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“Era para ser eu”, diz advogado que efetuou disparos ao lamentar morte de Juliana Chaar

Por Redação Juruá em Tempo.24 de junho de 20252 Minutos de Leitura
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O advogado Keldheky Maia da Silva, preso em flagrante na madrugada do último sábado (21) por porte ilegal de arma de fogo, acessório e munição, se pronunciou publicamente nesta segunda-feira (23) sobre a morte da colega Juliana Chaar Marçal, de 36 anos, atropelada durante um tumulto em frente a uma casa noturna em Rio Branco.

Keldheky foi liberado na manhã de domingo (22) após audiência de custódia e usou suas redes sociais para expressar pesar pela tragédia. Ele afirmou estar vivendo um “pesadelo” e se disse devastado com a perda da amiga. “Essa foi nossa última foto rindo, brincando, vivendo. Não imaginava que aquele sorriso seria o último que eu veria. O mundo perdeu uma luz naquela madrugada, e eu perdi uma amiga insubstituível”, escreveu o advogado.

O caso ganhou repercussão após a divulgação de vídeos que mostram uma briga generalizada em frente à casa de shows, que terminou com o atropelamento fatal da advogada Juliana Chaar. Segundo Keldheky, ele tentou apenas “amedrontar” os agressores no momento da confusão, sem imaginar que um dos envolvidos usaria um carro como arma.

“Nunca passou pela minha cabeça que um daqueles homens teria coragem de passar o carro por cima de alguém. E se fosse, era para passar por cima de mim, tinha que ser em mim e não na Juliana. Ela não merecia e não fez nada para morrer dessa forma.”

O advogado garantiu que irá colaborar com as investigações e que responderá por seus atos, na medida de sua responsabilidade legal. “Jamais irei me eximir disso. Quanto a essas acusações, acreditem: nada é maior que a dor que estou sentindo. Era para ser eu. Mas já que não foi, só quero justiça por Juliana”, afirmou.

Por: AC24horas.
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