Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Câmeras registram momento em que pastor é atropelado por jovem sem habilitação em Rio Branco
  • Tragédia: pastor morre atropelado, na frente da igreja, após sair do culto em Rio Branco
  • Em Cruzeiro do Sul, homem embriagado é ‘pego’ em blitz e quase colide em viatura
  • Morre aos 73 anos o indigenista Txai Macedo, em Cruzeiro do Sul
  • Amor de décadas: idosa recebe flores do marido após alta hospitalar; veja vídeo
  • ‘Cinderela?’ Delegado usa chinelos para identificar suspeitos; veja vídeo
  • Filha conta a pai sobre 1º lugar em Medicina e todos choram em bar
  • Michelle Bolsonaro diz: “Meu futuro político entrego nas mãos de Deus”
  • ‘Minha Primeira Arma’: projeto prioriza baixa renda e morador de área violenta
  • Brasil inicia pagamento do seguro-defeso 47 mil pescadores artesanais
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 16
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Maioria dos brasileiros quer Lula e Bolsonaro longe das urnas

Por Redação Juruá em Tempo.16 de junho de 20254 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Em que pesem as dificuldades crescentes que enfrentam, Lula e Bolsonaro vêm reafirmando, com palavras e ações, que pretendem disputar a eleição no ano que vem. O voluntarismo com que se articulam para isso, no entanto, contrasta com a vontade do eleitorado, que exibe sinais cada vez mais claros de que é crescente a fadiga com os dois políticos que lideraram a polarização recente no país. Segundo pesquisa Quaest de junho, dois em cada três brasileiros defendem que nem o presidente nem o ex-­presidente devem se candidatar novamente (veja o quadro).

O levantamento mostra ainda uma fragmentação ideológica do eleitorado, mas chama atenção para o fato de que mais de um terço não se identifica nem com o petismo nem com o bolsonarismo. Entre os que admitem ter posicionamento ideológico, 38% afirmam que são de direita ou de esquerda, mas nem lulistas nem bolsonaristas — um contingente que abre caminho para alternativas, tanto à direita quanto à esquerda.

APOSTA - Michelle: segundo Bolsonaro, ex-primeira-dama “não é bolsonarista”
APOSTA - Michelle: segundo Bolsonaro, ex-primeira-dama “não é bolsonarista” (Beto Barata/PL//)

No campo da direita, a crescente pulverização do eleitorado é vista com otimismo misturado com cautela. A mesma Quaest animou os possíveis presidenciáveis ao mostrar que todos cresceram, em relação à rodada anterior, como opções caso Bolsonaro não seja candidato — hoje ele está inelegível. Três deles aparecem empatados tecnicamente com Lula em um eventual segundo turno: os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Ratinho Jr. (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). Outros dois governadores, Ronaldo Caiado (Goiás) e Romeu Zema (Minas Gerais), se mostraram competitivos contra o petista.

A movimentação desse grupo, embora ainda discreta, é crescente. O que impede esses postulantes de avançarem, por enquanto, é justamente a advertência do ex-presidente de que é ele o candidato — com isso, nenhum postulante a herdeiro dos votos da direita se animou a comprar briga com o seu maior representante. Mesmo com a restrição, o fato de a maior fatia do eleitorado não querer Bolsonaro candidato foi vista como mais uma sinalização de que a largada poderá ser dada em breve. Talvez em razão desse cenário, Bolsonaro causou uma certa surpresa na semana passada ao dizer que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que pode ser apoiada por ele ao Planalto, “não é bolsonarista”. “Não existe bolsonarista. Tem conservador, direita. Sempre existiu, mas não tinha uma forma. Nós demos uma forma a esse pessoal”, afirmou.

Se no campo da direita os grandes motivos para o eleitor descartar Bolsonaro talvez sejam a sua inelegibilidade e os seus problemas com a Justiça, à esquerda o problema é o próprio desempenho de Lula em seu terceiro mandato. A desaprovação ao seu governo chegou a 57% em maio, o maior índice do atual governo. Escândalos como o do INSS não ajudam, reconhecem aliados, que avaliam, no entanto, que ainda há muito que pode ser feito para mudar a imagem da gestão, sobretudo em um contexto em que não há nomes competitivos na esquerda.

O cenário atual lembra um pouco o que se viu em 2022, quando se apostou na chamada “terceira via”. Nomes como João Doria, Sergio Moro e Ciro Gomes tentaram se viabilizar batendo na tecla “nem Lula, nem Bolsonaro”, mas não conseguiram — Simone Tebet foi a melhor do centro no primeiro turno, com 4% dos votos. Até por isso, as simulações de segundo turno da última pesquisa precisam ser vistas com cautela. A leitura é a de que o desempenho de um candidato no embate direto na rodada final de votação não demonstra seu próprio potencial, mas é fruto da rejeição ao outro. “O eleitor não quer Lula nem Bolsonaro, mas não existe príncipe encantado”, avalia Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas. É verdade que as sondagens recentes mostram a insatisfação com a polarização e o desgaste dessas lideranças, mas será enorme o desafio dos postulantes em se viabilizar politicamente e, sobretudo, convencer o eleitorado a testar outras alternativas à direita ou à esquerda.

Por: Veja Abril.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.