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Tragédia em condomínio: Trabalhadores morreram por asfixia seguida de afogamento, aponta documento

Por Redação Juruá em Tempo.13 de junho de 20253 Minutos de Leitura
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Os dois trabalhadores que morreram, nesta quinta-feira, 12, afogados em um reservatório de água em um residencial de Rio Branco não estariam usando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Pelo menos, é o que acredita a família de Diony Magalhães de Oliveira, de 22 anos, uma das vítimas. A informação foi dada À GAZETA pela tia do rapaz, Denise de Freitas.

Ruan Roger, de 32 anos, e Diony Magalhães, de 22, estavam revitalizando a caixa d’água do residencial. Ainda de acordo com a tia da vítima, na declaração de óbito, consta que as vítimas morreram por asfixia seguida de afogamento. O resultado do laudo deve ficar pronto em prazo de 30 dias, segundo informou o médico legista e diretor do Instituto Médico Legal (IML) do Acre, Ítalo Maia. GAZETA.

Ainda segundo Denise, o sobrinho estava trabalhando para a empresa responsável pelo serviço no condomínio há pouco mais de um mês e não chegou a ter a carteira de trabalho assinada. “Não deu tempo, mas ele sempre trabalhou, fazia bicos, queria conquistar as coisinhas dele, começar a vida”, enfatiza.

Para a tia, se Diony estivesse usando EPI – como foi dito à família pela advogada da empresa – teria sobrevivido. “Não conseguimos falar com o sobrevivente desta situação, mas soubemos que ele falou para terceiros que não estavam usando EPI”.

A tia da vítima contou que Diony era uma pessoa sorridente, carinhosa. “Os pais dele são separados. A mãe dele está procurando vir de Rondônia para cá, e o meu irmão, que é o pai dele, está praticamente dopado. Tivemos de dar remédios para ver se ele se acalmava”.

A familiar ainda completa: “Ele estava juntando dinheiro para conseguir comprar a casinha dele, comprar as coisas dele para começar a vida, mas na verdade, foi o começo do fim”, lamenta. “Nós vamos atrás de saber realmente o que aconteceu”, enfatiza.

Diony será enterrado às 17 horas, no cemitério Morada da Paz.

Quase 4 horas de resgate

De acordo com o major Dyego Vieira, supervisor do Corpo de Bombeiros e que atuou na operação de resgate que durou quase quatro horas, a caixa d’água tem dois compartimentos, e três trabalhadores, que eram pintores e que estavam trabalhando na revitalização interna desse reservatório, aplicaram um produto químico existente justamente para o ambiente de uma caixa d’água.

“E, segundo as informações, eles começaram a passar mal. Tinha um no interior, fazendo a pintura e outro na parte externa, observando o trabalho do indivíduo que estava no interior, e aí o de fora identificou que o trabalhador começou a passar mal, começou a pedir ajuda, foi quando a segunda vítima entrou para tentar prestar esse auxílio”, afirmou, acrescentando que, assim que entrou, a segunda vítima começou a também passar mal. “Um terceiro, que também estava trabalhando tentou também adentrar ao recinto, mas não conseguiu. Nem ele mesmo sabe como conseguiu sair”, explicou Vieira.

Inicialmente, foi informado que todos os trabalhadores disponham de Equipamento de Proteção Individual (EPI), mas a família contesta essa informação.

Por: A Gazeta do Acre.
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