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Vasco estica a corda e ouve mais um “não” de Jardim, que pede salário acima de R$ 1 milhão

Por Redação Juruá em Tempo.4 de junho de 2025Updated:4 de junho de 20253 Minutos de Leitura
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Conversas e reuniões que se arrastam por mais de seis meses, quatro “nãos”, desencontro de valores e uma cláusula contratual como bola de segurança. A negociação do Vasco para renovar o contrato de Léo Jardim virou novela.

O capítulo mais recente ocorreu esta semana: o goleiro e seu estafe rejeitaram a nova proposta apresentada pela diretoria. Foi o quarto “não” desde dezembro do ano passado, quando começaram as conversas.

O ponto central da discordância é o salário. Mesmo após ajustes e longo tempo de negociação, a diferença entre o que o clube oferece e o que Léo Jardim pede ainda é significativa.

O Vasco acredita ter atingido seu teto na proposta mais recente. A oferta era para que Léo Jardim recebesse um valor fixo de aproximadamente R$ 800 mil mensais, com bônus por metas e contrato até 2030. É o mesmo patamar salarial de Pablo Vegetti, que tornou-se um dos jogadores mais bem pagos do elenco depois que renovou no início do ano.

– Oferecemos uma proposta muito justa pelo atleta, que o torna um dos jogadores mais bem remunerados do elenco do Vasco – comentou na segunda-feira Carlos Amodeo, CEO da SAF, depois do sorteio das oitavas da Copa do Brasil na sede da CBF.

— Temos um diálogo permanente com ele. Não só com o estafe, mas com o jogador. Esperamos que possamos concluir essas negociações muito em breve, com uma solução saudável para todos — concluiu.

Representado nas conversas pelo empresário Paulo Pitombeira, da Talents Sports, Léo Jardim pede salário que poderia chegar a R$ 1,5 milhão, o que equipararia seus vencimentos ao de Philippe Coutinho – o camisa 11 tem o maior salário do elenco, mas a diretoria entende que ele “se paga” porque sua contratação provocou uma adesão massiva de sócios.

O argumento é de que o goleiro é jovem (completou 30 anos em março), destaque absoluto da equipe e joga praticamente todas as partidas. Contra o Operário duas semanas atrás, Léo Jardim foi herói na decisão por pênaltis que classificou o clube na Copa do Brasil, cena que se repetiu em três fases diferentes da competição no ano passado. E, desde que estreou pelo Vasco, foi titular em 137 de 142 jogos possíveis.

O caso de Jardim é parecido com o de Vegetti, que na ocasião também pediu salário acima de R$ 1 milhão e prolongou as negociações pela renovação – embora mais tarde ele tenha negado essa informação. No fim, ele aceitou reduzir os valores e estendeu seu contrato. O Vasco dessa vez aposta em postura parecida e a princípio não vai cometer loucuras para manter o goleiro no elenco.

Léo Jardim tem vínculo com o Vasco até dezembro, o que significa que ele já pode assinar pré-contrato com qualquer outra equipe. Mas o clube sente-se seguro porque poderá ativar a cláusula de renovação automática até dezembro do ano que vem quando Jardim disputar 50% dos jogos nesta temporada, o que está perto de ocorrer.

De toda forma, o presidente Pedrinho e seus diretores seguem em busca de um acordo por entender a importância de Léo Jardim para o elenco e para não depender única e exclusivamente da cláusula. Os próximos capítulos estão por vir.

Por: ge.
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