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Augusto Melo e ex-dirigentes do Corinthians se tornam réus no caso da Vai de Bet

Por Redação Juruá em Tempo.23 de julho de 20253 Minutos de Leitura
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O presidente afastado do Corinthians, Augusto Melo, tornou-se réu na Justiça de São Paulo no caso da Vai de Bet. Além dele, mais cinco pessoas também tiveram a denúncia do Ministério Público acatada pela juíza Márcia Mayumi Okoda Oshiro, da 2ª Vara de Crimes Tributários de SP.

Em nota, a defesa de Augusto Melo afirma que irá impetrar um habeas corpus buscando extinguir o processo e pede o fim do sigilo do caso. Para os representantes do presidente afastado, ele é “vítima de um processo ilegal e repleto de nulidades e abusos”.

“Como o acesso a dados do Coaf sem autorização judicial e a participação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo em um caso de competência da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, uma vez que envolve um contrato internacional”, cita o texto.

Eles foram denunciados por lavagem de dinheiro, associação criminosa e furto qualificado por abuso de confiança. O processo corre em sigilo e, agora, os réus terão de apresentar suas defesas. A informação foi publicada inicialmente pelo UOL e confirmada pelo Estadão.

Dois ex-dirigentes do Corinthians também viraram réus. São eles Marcelo Mariano e Sérgio Moura, ex-diretor administrativo e ex-superintendente de marketing corintianos, respectivamente.

Também viraram réus o empresário Alex Cassundé, apresentado como intermediário do contrato com a casa de apostas, e Victor Henrique Shimada e Ulisses de Souza Jorge, apontados como operadores financeiros do esquema.

Ulisses é dono da UJ Football, destino final de R$ 1,4 milhão desviado da intermediação do acordo com a Vai de Bet. A agência de jogadores é apontada como braço do Primeiro Comando da Capital (PCC) por Vinícius Gritzbach, delator assassinado a tiros em novembro 2024, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

A denúncia do MP excluiu um outro ex-diretor corintiano que havia sido indiciado pela Polícia Civil por omissão e negligência em relação ao contrato. O entendimento da Procuradoria é de que “pairam dúvidas se ele se omitiu dolosamente para a consecução dos objetivos da associação delitiva ou se agiu com descuidado na sua recente função, de rigor, sem prejuízo do que dispõe o art. 18 do CPP“.

ENTENDA O CASO VAI DE BET

Primeiro contrato da gestão Augusto Melo, o acordo de R$ 360 milhões da Vai de Bet com o Corinthians, rescindido unilateralmente pela casa de aposta em junho de 2024, previa o pagamento de 7% do montante líquido de cada parcela à intermediadora Rede Media Social Ltda. Ou seja, R$ 700 mil por mês ao longo de três anos, resultando em R$ 25,2 milhões ao fim do contrato.

Citada no contrato como intermediadora do negócio, a Rede Media Social Ltda. tem CNPJ no nome de Alex Cassundé, antigo membro da equipe de comunicação do presidente Augusto Melo.

A rescisão por parte da Vai de Bet ocorreu após vir à tona repasses de parte da comissão pela Rede Media Social Ltda à Neoway Soluções Integradas em Serviços Ltda, suposta empresa ‘laranja’ cujo CNPJ está em nome de Edna Oliveira dos Santos, mulher de origem humilde de Peruíbe, no litoral paulista.

A Polícia Civil, por meio da Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), concluiu que a Rede Social Media Ltda usou uma rede de empresas fantasmas para fazer R$ 1 milhão chegar à conta bancária da UJ Football Talent Intermediação, apontada como braço do PCC. O clube nega ter contrato com a empresa.

Por: Estadão.
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