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Bebês britânicos nascem com DNA de três pessoas para evitar doenças genéticas

Por Redação Juruá em Tempo.17 de julho de 20253 Minutos de Leitura
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Oito bebês nasceram no Reino Unido utilizando uma técnica que usa DNA de três pessoas diferentes – da mãe, do pai e de uma doadora – para prevenir a transmissão de doenças genéticas das gestantes para os filhos.

A técnica, desenvolvida por cientistas da Universidade de Newcastle, é considerada um marco na medicina reprodutiva e foi legalizada no país há uma década, após intensos debates éticos e científicos.

Segundo os cientistas, que publicaram uma pesquisa sobre o assunto no New England Journal of Medicine na quarta-feira (16), o procedimento combina o óvulo e o esperma dos pais com mitocôndrias saudáveis provenientes de um óvulo doado por outra mulher.

As mitocôndrias são pequenas estruturas dentro das células responsáveis por produzir energia, mas, quando defeituosas, podem causar problemas graves, como danos cerebrais, convulsões, fraqueza muscular, cegueira e até falência de órgãos.

Essas condições, que afetam cerca de um em cada 5.000 bebês no Reino Unido, são transmitidas exclusivamente pela mãe.

No procedimento, os óvulos da mãe e da doadora são fertilizados com o esperma do pai em laboratório. Em seguida, o material genético dos pais, contido nos chamados pró-núcleos, é transferido para o embrião com mitocôndrias saudáveis da doadora.

O resultado é uma criança que herda 99,9% do DNA dos pais, com apenas 0,1% vindo da doadora, suficiente para garantir mitocôndrias funcionais e prevenir doenças, de acordo com a pesquisa.
Resultados promissores
Segundo o estudo, 22 famílias passaram pelo procedimento no Centro de Fertilidade de Newcastle. O resultado foi o nascimento de quatro meninos, quatro meninas (incluindo um par de gêmeas) e uma gravidez ainda em andamento.

Todos os bebês nasceram livres de doenças mitocondriais e atingiram os marcos de desenvolvimento esperados, segundo o professor Bobby McFarland, diretor do NHS, o serviço de saúde pública da Inglaterra.

“Ver o alívio e a alegria nos rostos dos pais é brilhante. Podemos ver esses bebês vivos, prosperando e se desenvolvendo normalmente”, afirmou McFarland à rede britânica BBC.

Apesar do sucesso, houve casos isolados de complicações não relacionadas às mitocôndrias, como um bebê com epilepsia, que se resolveu sozinha, e outro com um ritmo cardíaco anormal, mas tratado com sucesso.

Além disso, em três dos oito bebês, entre 5% e 20% das mitocôndrias defeituosas foram detectadas, mas em níveis muito abaixo do necessário para causar doenças.

A professora Mary Herbert, da Universidade de Newcastle e da Universidade Monash, disse que as descobertas “dão motivos para otimismo”, mas reforçou a necessidade de mais pesquisas para entender e minimizar as complicações.

Debate ético e regulamentação
A técnica, aprovada no Reino Unido em 2015 após uma votação no Parlamento, gerou debates éticos por envolver uma alteração permanente no DNA, já que as mitocôndrias doadas são transmitidas às próximas gerações.

Críticos alertam para possíveis impactos a longo prazo e temem que a tecnologia possa abrir caminho para bebês geneticamente modificados.

Defensores como Andy Greenfield, da Universidade de Oxford, no entanto, chamam o método de “um triunfo da inovação científica” e argumentam que ele é usado apenas em casos específicos, quando outros métodos, como testes em embriões, não são eficazes.

No Reino Unido, cada casal precisa de aprovação do órgão regulador de fertilidade, e até o momento, 35 pacientes foram autorizados a realizar o procedimento, segundo a BBC. A previsão é de que 20 a 30 bebês nasçam anualmente por essa técnica no país.

Por: R7.
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