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Câncer no pâncreas de Edu Guedes: especialista aponta possibilidades de cura

Por Isto É. 07/07/2025 14:02
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O apresentador Edu Guedes, 51, passou por uma cirurgia para a retirada de um tumor no pâncreas no último sábado, 5. O câncer foi descoberto após um quadro de cálculo renal e tratado por meio de uma pancreatectomia robótica, procedimento que durou cerca de seis horas.

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Na manhã desta segunda-feira, 7, o programa comandado pelo apresentador, “Fica Com a Gente”, da RedeTV!, informou que ele passou a noite bem. A equipe do famoso também detalhou que os próximos sete dias serão bastante delicados e importantes para o tratamento.

Em entrevista à IstoÉ Gente, o oncologista do Hospital A.C.Camargo, Felipe José Fernández Coimbra, conta que a atenção redobrada no pós-operatório do apresentador, nesta semana, ocorre devido à complexidade da cirurgia. Ele também explica que o órgão fica bastante próximo à outras estruturas importantes, o que exige um maior cuidado na hora do procedimento.

Riscos no pós-operatório

O doutor destaca alguns possíveis alertas que podem acontecer após a intervenção no órgão – considerado um dos mais lentos no processo de cicatrização.

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“Os principais riscos são possíveis infecções causadas por pequenos vazamentos de enzimas digestivas ou bile. Mais raramente, sangramentos, alterações no funcionamento de alguns órgãos, como fígado e rins, e, às vezes, até a demora na retomada do funcionamento do intestino e do estômago.”

Ele ainda descarta uma possível relação entre o câncer e o quadro de cálculo renal apresentado pelo apresentador. Comumente, apenas tumores em estágio muito avançado afetam o funcionamento do fígado, o que pode levar a consequências renais.

Remissão do câncer no pâncreas

Assim como em outros tipos de tumores, a cura do câncer de pâncreas está diretamente relacionada ao momento do diagnóstico, ou seja, quanto mais cedo for descoberto, maiores são as chances de remissão – momento em que o tumor é retirado e não há mais sinais da doença.

É importante destacar que a cirurgia é o que dá a maior chance de cura para os pacientes. Em casos de pessoas que são operadas e a doença não se espalhou, as chances de remissão são sempre maiores, detalha o especialista. Os cuidados após a operação, como quimioterapia e radioterapia, também influenciam bastante nesse aspecto.

Portanto, o diagnóstico rápido é essencial. Para isso, é preciso estar atento a sintomas que, a princípio, podem não indicar a presença de um tumor. São eles:

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