Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • VÍDEO: Mulher em situação de rua é agredida por homem em Mercado de Cruzeiro do Sul; populares riam da situação
  • VÍDEO: Colisão entre veículos é registrada na rodovia AC-405, em Cruzeiro do Sul
  • Motorista escapa com ferimentos leves após caçamba despencar em ribanceira na BR-364
  • Mais quatro blocos desfilarão no Carnaval Cultural Magid Almeida nesta segunda-feira
  • Mercado da reposição mantém firmeza no AC e amplia descompasso com o boi gordo
  • BNDES aprova R$ 7,5 bilhões em renegociação de dívidas rurais para produtores afetados pelo clima
  • Família de cinco pessoas precisa de mais de R$ 2,3 mil por mês para custear despesas básicas em Rio Branco
  • Em 3 dias, Acre registra mais de 30 ocorrências de violência e 25 solicitações de medida protetiva
  • Queima de entulho provoca incêndio e fogo quase atinge casa de madeira no Acre
  • Advogado é preso suspeito de estuprar e manter jovem em cárcere privado em motel de Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 16
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Hemorragia provocada por queda causou morte de Juliana Marins, diz novo laudo

Por Redação Juruá em Tempo.9 de julho de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O laudo pericial da Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que a causa da morte da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, na Indonésia, ocorreu por conta dos múltiplos traumas sofridos por uma queda de altura.

Segundo o documento, a jovem, que teve seu corpo retirado do local da trilha quatro dias após a queda, teve hemorragia interna causada por lesões poliviscerais e politraumatismo, e peritos estimam que ela tenha sobrevivido por no máximo 15 minutos após o impacto.

Apesar da estimativa, a data exata da morte foi considerada prejudicada devido às condições e à demora que o corpo chegou ao IML. Os peritos também não descartam que Juliana possa ter passado por um período de sofrimento físico e psíquico.

“Pode ter havido um período agonal antes da queda fatal, gerando sofrimento físico e psíquico, com intenso estresse endócrino, metabólico e imunológico ao trauma”, diz o laudo.

Essa é a segunda perícia feita após a morte de Juliana Marins. A primeira foi realizada ainda na Indonésia, local do acidente, e apontou que ela morreu 20 minutos após a queda e não teve hipotermia.

O exame não revelou evidências de restrição física ou sinais diretos de violência sexual. A avaliação laboratorial não detectou a presença de espermatozoides ou lesões traumáticas nas áreas genital e perianal.

Contudo, análises genéticas adicionais estão sendo realizadas para investigar a possível presença de material biológico de origem masculina.

Por: Isto É.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.