Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Uefa anuncia revolução nas Eliminatórias e cria ‘modelo Champions’ para seleções
  • CBF monta plano para recuperar Neymar em meio à lesão que deixa dúvidas sobre estreia do camisa 10 na Copa
  • Os três sinais de que a delação de Vorcaro está por um fio
  • Zema vai bater mais em Flávio Bolsonaro após pesquisas internas do partido
  • Guerrilhas anunciam cessar-fogo de 3 dias antes da eleição presidencial na Colômbia
  • Michelle chama Moraes de “irmão em Cristo” e volta a gerar atrito na direita
  • Golpes em compras online crescem 15%: por que os ataques ficaram mais ‘baratos’?
  • Pagamento da 2ª parcela do 13º do INSS vai começar no dia 25
  • Mudança no “cérebro” das IAs está criando mercado superior a US$ 100 bilhões
  • Ex-piloto do ‘Globocop’ é baleado na cabeça e morre durante assalto
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, maio 20
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Geral

Juros devem estabilizar em 15% até 2026, mas tarifa dos EUA deixa ‘porta aberta’ para altas, dizem analistas

Por Redação Juruá em Tempo.31 de julho de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Ao manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, o Banco Central (BC) tomou uma atitude coesa e alinhada com suas decisões anteriores, além de sinalizar a continuidade de uma política monetária restritiva pelo menos até 2026, apontam especialistas consultados pela IstoÉ Dinheiro.

Ao mesmo tempo, ao enfatizar o cenário adverso, deixa em aberto a possibilidade de novas altas neste ano. “No comunicado anterior, eles já falavam que o cenário internacional era ‘adverso’, mas agora usaram ‘mais adverso’. Ou seja, estão ainda mais preocupados com o que acontece lá fora, principalmente agora, depois do tarifaço”, analisa o economista e analista sênior da ZIIN Investimentos, Marcos Vinícius Oliveira.

Na tarde desta quarta-feira, 30, o presidente Donald Trump assinou o decreto que oficializa taxas de 50% sobre uma série de produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. Foi a maior tarifa em uma série de novas taxas criadas pelo Republicado sobre os produtos estrangeiros que entram no país.

“Existe espaço para maior volatilidade, o que poderia exigir uma resposta mais firme do Banco Central”, afirma o CEO da iHUB Investimentos, Paulo Cunha, que classifica as tarifas como “um fator surpresa que pesou sobre essa reunião.”

Não é consenso, no entanto, que as taxas trariam a necessidade de um aperto monetário maior. O diretor da Bossa Invest, João Pedro Ribeiro do Val, considera que o tarifaço de Trump poderia ter um impacto deflacionário e, assim, abrir espaço para um corte de juros.

Estrategista chefe da RB Investimentos, Gustavo Cruz destaca, no entanto, a ausência de qualquer sinalização do BC neste sentido. “O mercado interpreta esse fator como potencialmente deflacionário, mas o comunicado não trata diretamente dessa interpretação.  O que se afirma é que o cenário ainda segue marcado por expectativas de inflação elevadas”, afirma.

CEO da Hike Capital, Jonas Carvalho destaca que as tarifas podem ocasionar uma depreciação no câmbio, o que elevaria ainda mais as pressões inflacionárias.

Cortes de juros só em 2026

Apesar de enxergarem uma porta aberta para novas altas dos juros, as análises em geral apontam para uma manutenção dos juros no patamar até o final do ano.

“Em tempos de incertezas econômicas e políticas, manter a taxa Selic inalterada é menos uma escolha técnica e mais uma declaração de compromisso com a estabilidade macroeconômica”, comenta o economista da Droom Investimentos, Luan Cordeiro. “O cenário mais provável aponta para cortes a partir do primeiro trimestre de 2026.”

Economista chefe do Banco BMG, Flávio Serrano também acredita em cortes em 2026 e destaca a menção no comunicado do BC à “manutenção da taxa Selic no atual patamar por um período bastante prolongado”.

Inflação e atividade econômica

A permanência da inflação elevada está entre os fatores que, segundo os especialistas, pressionam pela manutenção de uma política monetária restritiva. “Os núcleos de inflação permanecem acima do compatível com a meta, o que impede qualquer flexibilização no curto prazo”, afirma o CEO da Hike Capital, Jonas Carvalho.

A taxa básica de juros é a ferramenta de política monetária do Banco Central para tentar atingir a meta de inflação, fixada em 3% para o ano de 2024, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para cima ou para baixo.

Segundo a última edição do Boletim Focus, que reúne a média das previsões do mercado financeiro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminará o ano em 5,09%, ou seja, fora do intervalo de tolerância da meta. Nos 12 meses até junho, o indicador acumulou alta de 5,35%.

Por: Isto É.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

Vá para versão mobile