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Líderes evangélicos prometem expor senadores que apoiarem legalização de jogos de azar

Por Redação Juruá em Tempo.2 de julho de 20253 Minutos de Leitura
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. Na pauta, a medida provisória que que altera a tributação de incentivos fiscais (MP 1.185/2023). A proposta é uma das principais iniciativas do governo federal para aumentar a arrecadação. Mesa: 2º secretário do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA); senador Jaques Wagner (PT-BA); líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP); presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG); secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Gustavo A. Sabóia Vieira. Em discurso, à tribuna, senador Jorge Kajuru (PSB-GO). Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
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Lideranças evangélicas anunciaram, nesta terça-feira (2/7), que pretendem tornar públicos os nomes dos senadores que apoiarem o projeto de lei que legaliza bingos, cassinos e o jogo do bicho no Brasil. A movimentação foi oficializada por meio de uma carta aberta divulgada pelo Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB), organização que reúne alguns dos principais nomes do segmento religioso no país.

Intitulada “Carta de Repúdio à Aprovação da Jogatina”, a nota traz críticas contundentes à proposta, destacando preocupações com o endividamento das famílias, aumento da criminalidade e prejuízos à saúde mental da população. O documento também menciona riscos relacionados à lavagem de dinheiro e corrupção.

“Existe parecer técnico da Polícia Federal, da Procuradoria-Geral da República e do Sindifisco contrário à aprovação desse PL”, argumentam os pastores no texto.

Entre os signatários estão nomes de grande influência no meio evangélico, como Silas Malafaia, Estevam Hernandes, Robson Rodovalho e César Augusto. Eles afirmam que a carta será enviada diretamente aos parlamentares e servirá de base para uma ampla mobilização de fiéis e lideranças religiosas em todo o país.

O projeto de lei que prevê a legalização dos jogos de azar vem sendo debatido no Senado e conta com o apoio do Palácio do Planalto. A proposta prevê a instalação de cassinos em polos turísticos e complexos de lazer, além de revogar a legislação de 1946 que criminaliza o jogo do bicho.

Para o governo, a regulamentação pode se transformar em uma nova fonte de arrecadação e geração de empregos. Em junho do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou apoio público à medida e disse que irá sancionar o texto caso ele seja aprovado pelo Congresso.

“Sempre achei que o jogo do bicho era o que mais distribuía dinheiro. O cara acorda de manhã e vai apostar. Isso é considerado uma contravenção, proibido. Mas e a jogatina que tem hoje na televisão? No esporte? Criança com celular na mão fazendo aposta o dia inteiro? Quem segura isso?”, questionou o presidente à época.

Apesar do apoio do Executivo, a proposta enfrenta forte resistência por parte de parlamentares ligados a bancadas conservadoras, especialmente a evangélica. Os opositores argumentam que a liberação dos jogos poderá agravar problemas sociais e criar brechas para atividades ilícitas.

Com o endurecimento do discurso religioso, a votação do projeto pode se tornar ainda mais tensa nos próximos dias. O posicionamento do CIMEB indica que a pressão sobre os senadores deve se intensificar, especialmente nas bases eleitorais onde o segmento evangélico tem forte influência.

A possível “lista de apoiadores da jogatina”, como tem sido chamada nos bastidores, poderá ter impacto direto na imagem de parlamentares junto a eleitores mais conservadores, às vésperas de um novo ciclo eleitoral.

Por: redação O Juruá em Tempo.
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