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Polícia

Criminosos realizam dois ataques e deixam um morto e um ferido no Acre

Por Davi Sahid, do AC24horas. 08/08/2025 06:59
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Ronaildo dos Santos Nunes, de 39 anos, foi assassinado e Fagner Braga de Lima, de 27, ficou gravemente ferido após dois ataques ocorridos na noite desta quinta-feira (7) em Rio Branco, atribuídos a uma organização criminosa. As ações aconteceram em locais distintos — o primeiro no Conjunto Universitário e o segundo na Rua Padre Paulino, no Conjunto Rui Lino.

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De acordo com testemunhas, Ronaildo estava em sua casa, situada nos fundos de uma distribuidora no Conjunto Universitário, quando três homens chegaram em duas motocicletas. Armados, eles escondiam as armas dentro dos capacetes e, ao se aproximarem, efetuaram pelo menos cinco disparos, atingindo o tórax e o abdômen da vítima. Após a execução, fugiram em alta velocidade. Informações preliminares indicam que um carro escuro dava apoio à ação.

Vizinhos colocaram Ronaildo em um veículo e o levaram ao pronto-socorro de Rio Branco, onde deu entrada em estado gravíssimo e morreu minutos depois, ainda no setor de trauma.

O segundo ataque ocorreu pouco depois, na Rua Padre Paulino, no Conjunto Rui Lino. Os mesmos criminosos teriam se aproximado de um veículo Saveiro preto e disparado contra o motorista, Fagner Braga de Lima, atingindo sua cabeça. Mesmo ferido, ele conseguiu dirigir até uma rotatória, mas perdeu o controle, colidiu contra uma placa de sinalização e parou cerca de 100 metros à frente. Ao tentar sair do carro para pedir ajuda, caiu na via pública.

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Moradores acionaram a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Uma equipe de suporte básico prestou os primeiros socorros, seguida por uma ambulância de suporte avançado, que estabilizou a vítima e a encaminhou ao pronto-socorro. Fagner permanece internado em estado gravíssimo.

A área onde o veículo Saveiro parou foi isolada para o trabalho da perícia, sendo liberada em seguida. Equipes do 1º Batalhão da PM realizaram buscas, mas nenhum suspeito foi encontrado. O caso está sob responsabilidade inicial da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil e será transferido para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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