Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mudanças no IPVA e Imposto de Renda podem mexer com os cofres do Acre
  • Mailza nomeia o engenheiro Gilberto Lucas para a presidência do Deracre
  • Justiça manda penhorar pagamentos da CazéTV a Romário
  • Governadora exonera Ana Cristina da Secretaria Adjunta de Atenção à Saúde
  • Após deixar o Deracre, Sula Ximenes passa a integrar equipe de Márcio Bittar: “continuar contribuindo com o Acre”
  • Governo do Acre abre seleção para estágio com bolsas de até R$ 1,2 mil; veja detalhes
  • Mailza Assis nomeia oficialmente Cristovam Moura como Chefe da Casa Civil
  • PCCR abrirá caminho para novo concurso público na Aleac, garante Nicolau Júnior
  • Líder de facção é condenado a 37 anos por esquartejar rival no Acre
  • Filho é preso, mais uma vez, por ameaçar matar a própria mãe de 74 anos em Cruzeiro do Sul
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, julho 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Filho de acreana morto em SC era autista não verbal e tentou pedir ajuda antes de ser morto

Por Redação Juruá em Tempo.21 de agosto de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O menino Moisés Falk da Silva, de 4 anos, encontrado morto no domingo (18) em Florianópolis, já havia passado por atendimentos médicos anteriores com indícios de violência. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou marcas de mordida no rosto e hematomas no tórax e nas costas, compatíveis com agressões.

Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o caso evidencia falhas no sistema de proteção da criança e do adolescente. O órgão apura a suspeita de que Moisés era vítima de violência recorrente.

No dia 22 de maio, o menino foi atendido na emergência do Hospital Infantil Joana de Gusmão com manchas roxas no rosto, orelhas, abdômen e lábio. À época, o padrasto afirmou que ele havia caído da cama. O prontuário registrou ainda escoriações nos dedos da mão direita, com aspecto de defesa, mas sem lesões na palma da mão. O caso foi classificado como sugestivo de maus-tratos.

Durante o atendimento, a mãe relatou que em abril já havia ocorrido situação semelhante e atribuiu as agressões a uma babá, posteriormente afastada do convívio da família. O hospital classificou o quadro como síndrome de maus-tratos e seguiu os protocolos de violência, notificando o Conselho Tutelar, a Polícia Civil e a vigilância epidemiológica.

Após a morte, a Polícia Civil instaurou inquérito pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (Dpcami) para apurar a origem das agressões. De acordo com a corporação, cerca de 200 inquéritos desse tipo foram abertos somente em 2025.

O casal responsável pela criança foi preso em flagrante. A mãe, grávida de seis meses, foi liberada mediante medidas cautelares, enquanto o padrasto, Richard da Rosa Rodrigues, de 23 anos, segue preso como principal suspeito da violência.

Em nota, o Conselho Tutelar de Florianópolis informou que os atendimentos realizados pelo órgão são sigilosos, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Com informações do ND Mais

Por: Contilnet.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.