Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • VÍDEO: Polícia Civil apreende um e identifica outros autores de roubo à Cristal Mix, em Cruzeiro do Sul
  • Encapuzados e armado, dupla rende pessoas durante a noite em bar de Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • Mulher de 23 anos rouba e é presa em flagrante usando entorpecente em Cruzeiro do Sul
  • Operação pré carnaval prende acusado de roubo em atacado de Cruzeiro do Sul
  • PM prende suspeito de tráfico após perseguição em Rio Branco
  • ‘Melancia’ é preso por descumprir medida protetiva e suspeito de furtar gado no interior do Acre
  • BBB26: Edilson é expulso do reality show após agredir Leandro Boneco
  • Proibição de redes sociais para menores ganha força no Brasil e no mundo
  • Partidos do Centrão saem em defesa de Toffoli após saída do caso Master
  • Operação integrada é lançada em Cruzeiro do Sul para garantir segurança no Carnaval
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, fevereiro 14
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Processo contra Cunha roda, roda e volta ao STF nove anos depois

Por Redação Juruá em Tempo.19 de agosto de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Nove anos depois, está de volta ao STF um processo por corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral contra Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara que agora pretende disputar uma vaga de deputado federal por Minas Gerais em 2026.

A ação trata do suposto recebimento de 1,3 milhão de francos suíços em propina em um contrato da Petrobras para compra de um campo de exploração de petróleo no Benin, na África. O dinheiro teria sido enviado a contas na Suíça.

O processo retornou ao STF depois de uma longa peregrinação pelos tribunais, que levou quase uma década. O inquérito que investigou o caso foi aberto junto ao Supremo em outubro de 2015. Àquela altura, Cunha ainda era o todo-poderoso chefe da Câmara que viria a deflagrar o impeachment de Dilma Rousseff. A investigação levou a PGR a denunciá-lo ao Supremo em março de 2016. Três meses depois, a Corte o colocou no banco dos réus.

Em setembro de 2016, em razão da cassação do mandato de Eduardo Cunha, o STF enviou o processo à Justiça Federal do Paraná, mais precisamente à Vara onde despachava Sergio Moro, então juiz da Operação Lava Jato. Moro condenou Cunha em março de 2017 a 15 anos e quatro meses de prisão, sentença reduzida para 14 anos e seis meses em julgamento do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4), em novembro daquele ano.

Em uma reviravolta no processo, no entanto, o STF anulou a sentença em setembro de 2021 e remeteu o processo à Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro.

Na mais recente mudança de jurisdição sobre o processo, o juiz eleitoral Marcello Rubioli enviou o processo ao Supremo em 16 de junho. O magistrado considerou em sua decisão os novos contornos do foro privilegiado — ou seja, os crimes teriam sido cometidos por Cunha enquanto deputado federal e em função do mandato, razão pelo qual o STF é o foro para julgá-lo.

Após Rubioli rejeitar um recurso da defesa de Cunha no fim de julho, o processo enfim retornou ao Supremo nessa segunda-feira, 18, nove anos depois.

Por: PlatôBR.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.