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Advocacia do Senado pede prisão preventiva de Ciro Gomes

Por Redação Juruá em Tempo.8 de setembro de 20252 Minutos de Leitura
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A Advocacia do Senado pediu à Justiça Eleitoral do Ceará a prisão preventiva do ex-governador Ciro Gomes (PDT) por ofensas e ataques contra a prefeita de Crateús (CE) e ex-senadora Janaína Farias (PT). O pedido foi protocolado nos dias 1º e 4 de setembro e ainda não foi analisado pelo juiz responsável.

Ciro é réu por violência política de gênero. A acusação aponta que o ex-ministro da Integração Nacional ofendeu, humilhou e perseguiu Janaína em entrevistas desde 2024, quando ela assumiu vaga no Senado no lugar de Camilo Santana, atual ministro da Educação.

Entre as falas investigadas, Ciro chamou a então senadora de “cavalo de Camilo” e afirmou que sua única realização havia sido atuar como assessora de “assuntos de cama” do ministro. Mais recentemente, disse que Janaína “recrutava moças pobres para serviço sexual”.

Para a Advocacia do Senado, as declarações demonstram reiteração criminosa e configuram risco à ordem pública, justificando a prisão preventiva. Caso o pedido não seja aceito, o órgão pede medidas cautelares, como a proibição de novas ofensas contra Janaína.

O Ministério Público Eleitoral do Ceará já havia defendido anteriormente a aplicação de medidas alternativas à prisão. A procuradoria ainda não se manifestou sobre o novo pedido.

O advogado de Ciro, Walber Agra, classificou o pedido como “pesaroso” e disse que não há requisitos para a prisão. “Não há configuração de crime de violência política de gênero. Tratar Ciro como marginal não condiz com o Estado Democrático de Direito”, afirmou.

A defea sustenta que as falas foram críticas políticas direcionadas a Camilo Santana, e não a Janaína.

Condenação anterior
Em maio de 2025, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou Ciro Gomes a indenizar Janaína Farias em R$ 52 mil por danos morais. A decisão também proibiu novas ofensas, sob pena de multa. O ex-governador recorreu.

Além do processo atual, a Justiça Eleitoral determinou que a Polícia Federal investigue se as declarações de Ciro configuram crime de perseguição.

Por: redação O Juruá em Tempo.
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