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Atletas do Acre denunciam xenofobia em partida de vôlei em Brasília; acusados são suspensos

Por Redação Juruá em Tempo.26 de setembro de 20253 Minutos de Leitura
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Atletas do Acre que participam dos Jogos da Juventude Caixa 2025, em Brasília, denunciam suposta xenofobia durante partida de vôlei. Os acusados são o oficial Adalberto Carneiro de Lima Júnior e o técnico de taekwondo Lucas Henrique Ferreira Bispo, da delegação de Sergipe. Eles foram punidos com suspensão pela organização do evento.

O episódio ocorreu no último domingo, 21, quando a dupla imitou indígenas com gestos e sons enquanto os acreanos estavam em quadra, diz o relatório da arbitragem.

A denúncia apresentada pela delegação acreana ressalta que a conduta foi ofensiva à identidade cultural dos atletas, causando constrangimento e interferindo no desempenho da equipe, que estava empatada no placar no momento da ocorrência.

Em sua defesa, o chefe da delegação sergipana, Wendel Ribeiro, tentou minimizar o episódio, afirmando que se tratava de uma “brincadeira comum” em seu estado.

A Comissão Disciplinar Especial da Secretaria-Geral dos Jogos da Juventude, no entanto, aplicou punição de 16 meses de suspensão a Adalberto Carneiro e 12 meses a Lucas Bispo, com base nos artigos 105 e 108 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva Escolar (CBJDE), que tratam de atos discriminatórios e condutas contrárias à disciplina esportiva.

Os gestos considerados ofensivos foram registrados em imagens, o que ajudou na punição dos envolvidos (assista ao final da reportagem).

A Secretaria de Educação e Cultura do Acre (SEE) chegou a emitir nota pública em que repudia a suposta discriminação. Assinada pelo secretário Aberson Carvalho, o documento destaca a necessidade de coibir práticas preconceituosas no ambiente escolar e esportivo.

Leia a íntegra e veja o vídeo ao final:

“Nota pública sobre ataque xenofóbico sofrido pela delegação acreana durante os Jogos da Juventude Caixa 2025

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), informa que a equipe acreana de vôlei foi vítima de atos de xenofobia durante os Jogos da Juventude Caixa 2025. A denúncia apresentada pela delegação acreana foi analisada pela Justiça Desportiva Escolar, que reconheceu a gravidade da situação e aplicou punições aos profissionais da delegação de outro estado envolvidos no episódio.

O caso reforça a importância de atitudes firmes no enfrentamento à discriminação em qualquer instância da vida escolar. Em situações anteriores, a SEE já adotou medidas exemplares em defesa do respeito e da diversidade. Em 2023, após registro de injúrias raciais durante os Jogos Estudantis do Acre, a SEE determinou a suspensão de uma escola da competição, em decisão pedagógica, pautada na responsabilidade enquanto instituição em um ambiente esportivo, mas além de tudo, educacional.

A SEE acompanha de perto os desdobramentos e discute as providências a serem tomadas para garantir a segurança, integridade e respeito à diversidade de nossos alunos. O governo do Acre reafirma que o ambiente esporte deve ser espaço de formação e respeito, e que qualquer conduta fora desses valores será tratada com a devida seriedade.

Aberson Carvalho de Sousa

Secretário de Educação e Cultura do Acre”.

Por: A Gazeta do Acre.
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