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Home»COTIDIANO

Ex-padre é preso por abuso sexual de ex-coroinhas no interior de São Paulo

Por Redação Juruá em Tempo.5 de setembro de 20253 Minutos de Leitura
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O ex-padre Pedro Leandro Ricardo, 56, foi preso na quarta-feira (3), em Santa Bárbara D´Oeste (a 140 km de São Paulo), com base em mandado expedido contra ele em 27 de agosto. Ele havia sido condenado em 2022 por abuso sexual. O ex-religioso terá que cumprir pena de dez anos e seis meses em regime fechado. Não cabe mais recurso da decisão.

Em nota, o advogado Paulo Henrique de Moraes Sarmento, que defende o ex-padre no interior de São Paulo, disse que vai pedir a revisão criminal do caso visando anular a condenação.

“Pedro Leandro Ricardo se apresentou na manhã desta quarta-feira junto ao 2º Distrito Policial de Santa Bárbara d’Oeste para que fosse dado cumprimento à ordem de prisão da Vara Criminal de Araras e dar início a sua pena em colaboração total com a Justiça, como sempre fez durante todo o processo. Iremos interpor nos próximos dias um pedido de revisão criminal com esperança de conseguir alterar a situação de sua prisão”, informa a nota.

O caso envolvendo o então sacerdote foi apresentado ao Ministério Público de São Paulo em 2019. O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara Criminal de Araras no último mês e é resultado do trânsito em julgado da sentença, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial.

Segundo a sentença expedida em maio de 2022, o ex-religioso foi acusado de abusar sexualmente de três adolescentes e uma criança, entre os anos de 2002 e 2006. Todas as vítimas atuavam como coroinhas na paróquia na Paróquia São Francisco de Assis, em Araras.

O juiz Rafael Pavan de Moraes Filgueira, da 1ª Vara Criminal de Araras, destacou na sentença que o ex-padre usava da sua condição e escolhia as vítimas com situações familiares desestruturadas, sabendo que não seria questionado ou enfrentado por seus atos.

Inicialmente, a pena foi fixada em 21 anos de prisão, mas em março de 2024, quando ainda cabia recurso ao processo, ela foi reduzida porque parte das acusações foi considerada prescrita ou desclassificada para crimes mais leves, o que resultou em apenas uma condenação de abuso sexual válida.

Durante todo o processo o ex-padre negou as acusações e atribuiu as denúncias a desavenças administrativas na paróquia.
Em março de 2022, dois meses antes da condenação pela Justiça, o Vaticano, através do Papa Francisco, anunciou a demissão de Pedro do estado clerical, após processo canônico.

Segundo o Código de Direito Canônico, com a demissão do Estado Clerical o sacerdote perde todas as suas funções na Igreja e passa a ser considerada uma pessoa comum, sendo aplicado devido a infrações graves

Na época, ele estava em Americana, também no interior paulista, mas já havia sido afastado das funções de pároco da Basílica Santo Antônio de Pádua após as denúncias virem à tona em 2019.

Por: FolhaPress.
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