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Polícia investiga se assassinato de mulher com tiro no rosto pode ter sido por dívida de drogas

Por Redação Juruá em Tempo.10 de setembro de 20252 Minutos de Leitura
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A Polícia Civil do Acre investiga as circunstâncias da morte de Ramila Freitas de Oliveira, de 28 anos, assassinada no último domingo (7) em Epitaciolândia. As autoridades apuram se o crime foi encomendado por membros de facção criminosa, possivelmente motivado por dívidas relacionadas ao tráfico de drogas.

Outra linha de investigação considera a recente saída de Ramila de um grupo criminoso e sua mudança para o bairro Aeroporto, onde foi morta cerca de duas semanas após se estabelecer. Segundo relatos colhidos pela polícia, a vítima demonstrava medo nos dias anteriores ao crime e chegou a mencionar a possibilidade de estar em débito com o tráfico.

O modo como o crime foi executado reforça a hipótese de envolvimento de facções. Dois homens invadiram a residência: um deles rendeu a testemunha presente, enquanto o outro se dirigiu diretamente ao quarto e efetuou o disparo contra Ramila, que estava deitada na cama. Nenhum objeto foi levado e a testemunha não sofreu agressões.

A Polícia Militar informou que os criminosos fugiram pelos fundos da casa após o ataque. A testemunha acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a PM-AC, mas Ramila não resistiu ao ferimento. No local, foram encontradas cápsulas de pistola calibre 9 milímetros.

Ramila utilizava tornozeleira eletrônica e, segundo relato do amigo que estava com ela, havia demonstrado nervosismo e medo horas antes do crime. A Polícia Civil também investiga contatos recentes que a vítima teria mantido na região. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso.

Por: Nicolle Araújo, dO Juruá em Tempo.
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