Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mâncio Lima recebe cerca de R$ 146 mil da Política Nacional Aldir Blanc para fortalecer a cultura local
  • Prefeito Zequinha Lima faz vistoria técnica na área do Carnaval de Cruzeiro do Sul
  • Gestante é resgatada de helicóptero após estrada interditada por lama no Ramal do Tico, BR-364; veja vídeo
  • Corpo de mulher trans é achado decapitado e com 6 tiros na cabeça
  • Medicina, direito e psicologia lideram disputa do Prouni 2026 no Acre
  • Corpo de cão Orelha é exumado e perícia pode revelar novos detalhes sobre morte do animal
  • Mulher que matou a mãe por causa de corte de cabelo da filha vira ré
  • Acre entra em alerta para chuvas fortes e ventos de até 100 km/h no Carnaval
  • Piloto que espancou jovem em Brasília vira réu por homicídio doloso
  • Apenas Cruzeiro do Sul terá Carnaval no Vale do Juruá; público deve chegar a 40 mil pessoas
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, fevereiro 13
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

‘Continua orando’: as últimas palavras do sargento do Bope à esposa antes de morrer

Por Redação Juruá em Tempo.29 de outubro de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Ainda pela manhã, em meio a um intenso tiroteio nos complexos do Alemão e da Penha, na terça-feira, o 3º sargento do Bope Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, trocava as últimas mensagens com a esposa. Elas revelam desespero e esperança nos momentos finais do agente, pouco antes de ser morto na megaoperação das polícias Civil e Militar. Em um diálogo pelo WhatsApp, ela pergunta se o marido está bem. A resposta dele vem curta, mas serena: “Estou bem. Continua orando.” Era a última vez que Heber responderia.

Últimas palavras do sargento do Bope morto durante operação à esposa foram “continua orando”

Pouco antes, a esposa havia escrito:

“Você tá bem? Deus está te cobrindo. Estou orando.”

Depois da resposta, o silêncio. As mensagens seguintes mostram o desespero crescente de quem esperava por notícias em meio a uma operação que se transformava em uma guerra:

“Te amo. Cuidado, pelo amor de Deus. Muitos baleados. Amor, me dá sinal de vida sempre que puder”, escreveu a viúva.

Minutos depois, vieram as ligações não atendidas. Às 13h33, ela tenta de novo. Às 13h34. Às 13h36. Nenhuma resposta. Horas depois, a esposa publicou o print da conversa em seu perfil nas redes sociais:

“E você não falou mais. E agora, o que vou falar para Sofia (filha do casal)?”.

A viúva do 3º sargento Heber Carvalho da Fonseca, também fez outro desabafo comovente nas redes sociais nesta quarta-feira. Segundo ela, o marido morreu no mês em que a filha pequena do casal comemora aniversário.

“Outubro, mês do aniversário da minha filha. E para o resto da vida ela vai lembrar do paizinho dela”, escreveu.

A publicação reflete a dor e o orgulho de quem acompanhava de perto a rotina de um policial de elite. Cleiton era lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e estava há 17 anos na corporação. Era conhecido entre os colegas pela seriedade e pela lealdade à tropa.

Em outro trecho da mensagem, a esposa recorda uma fala que o marido repetia sempre que um companheiro de farda morria em serviço:

“Ele dizia que tinha uma senha em suas mãos, toda vez que perdia um colega. Que o dia que acontecesse com ele, iria fazendo o que mais amava. E a gente nunca acredita, esse dia chegou. Não consigo explicar essa dor.”

O 3º sargento Heber Carvalho da Fonseca e o colega de tropa Cleiton Serafim Gonçalves, também do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), foram atingidos durante confrontos com criminosos do Comando Vermelho (CV). Os dois chegaram a ser levados ao Hospital estadual Getúlio Vargas, mas não resistiram.

Heber, casado e pai de uma menina, tinha 14 anos de corporação e era conhecido pelos colegas pela coragem, disciplina e espírito de equipe. Assim como o companheiro de batalhão, dedicou a vida à atuação no Bope, participando de operações em áreas de alto risco.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.