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Família interrompe enterro após bebê dado como morto apresentar sinais de vida em Rio Branco

Por Redação Jurua em Tempo25 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
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Um fato impressionante marcou a manhã deste sábado (25) em Rio Branco. Durante o sepultamento de um bebê considerado morto pela equipe da Maternidade Bárbara Heliodora, familiares perceberam que a criança ainda estava viva. O caso aconteceu no Cemitério Morada da Paz, localizado no bairro Calafate.

O bebê, chamado José Pedro, nasceu prematuro na noite de sexta-feira (24). Ele é filho de Marcos dos Santos Fernandes e Sabrina Souza da Costa, um casal vindo do município de Pauini, no Amazonas. Os dois haviam chegado à capital acreana dias antes, em busca de atendimento médico, depois que Sabrina apresentou complicações durante a gestação. Segundo o pai, os médicos decidiram induzir o parto, já que a gravidez estava no quinto mês.

Após o nascimento, o bebê foi considerado sem vida e encaminhado ao necrotério. Na manhã seguinte, o corpo foi entregue à funerária e levado para sepultamento. No entanto, durante a cerimônia, por volta das 10h, parentes ouviram um choro vindo do caixão e perceberam que o recém-nascido respirava.

“Ele ficou dentro de um saco durante a noite toda. Só percebemos que estava vivo quando começou a chorar no cemitério”, relatou a tia, Maria Aparecida.

A criança foi levada imediatamente de volta à maternidade, em um carro de uma funcionária do cemitério. Ela apresentava sinais de hipotermia e foi encaminhada à UTI neonatal.

O tenente Israel, da Polícia Militar, confirmou a ocorrência e informou que os profissionais responsáveis pela declaração de óbito não estavam na maternidade no momento em que a polícia chegou. O caso será apurado pela Polícia Civil, que já instaurou investigação para identificar possíveis falhas no procedimento médico.

O atestado de óbito foi assinado pela médica Jhersyka Kessis Gonçalves Carvalho Campos, CRM 3292/AC, registrada no Conselho Regional de Medicina desde fevereiro de 2024. O pai do bebê também registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

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Por: Redação
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