Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Atleta de fisiculturismo Gabriel Ganley morre em São Paulo aos 22 anos
  • Acreana baleada após recusar relacionamento apela por prótese ocular
  • Mega 30 anos: apostas podem ser feitas até as 22h deste sábado
  • Polícia Civil captura foragido após 28 anos de homicídio no Acre
  • Motociclista fica em estado grave após perder controle de moto
  • Adolescente é baleado após apontar arma para policiais durante perseguição no Belo Jardim, em Rio Branco
  • Quem vai viajar para Copa deve estar alerta para vacina do sarampo
  • Zequinha Lima vai asfaltar ramal do Pentecostes em Cruzeiro do Sul
  • Câmera de segurança registra momento em que ciclista é atingida por carro em Mâncio Lima
  • Enem 2026: inscrições começam na segunda; provas serão em novembro
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, maio 24
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Governador desautoriza secretários a negociar com aliados sobre disputa no senado em 2026

Por Redação Juruá em Tempo.9 de outubro de 20254 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Em uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (9), o governador do Acre, Gladson Cameli (PP), anunciou que qualquer negociação política visando as eleições de 2026 só será válida se partir diretamente dele. A declaração surge como uma repreensão direta aos secretários de governo Luiz Calixto e Jonathan Donadoni, chefe da Casa Civil, que acompanharam a vice-governadora Mailza Assis (PP) em uma visita ao diretório regional do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) na véspera. A movimentação, interpretada como uma tentativa de articular alianças, gerou desconforto no Palácio Rio Branco e expôs tensões internas na base aliada do governo.

A visita de Mailza Assis ao MDB, ocorrida na quarta-feira (8), marcou uma reaproximação entre aliados do governo e o partido, superando desavenças recentes, como as vividas durante as eleições municipais de 2024 em Cruzeiro do Sul. Na ocasião, Donadoni, que coordenou a campanha vitoriosa de Zequinha Lima (PP) contra Jéssica Sales (MDB), instalou uma faixa provocativa em frente à residência da família Sales, o que gerou críticas públicas, inclusive do senador Sérgio Petecão (PSD). No encontro com o MDB, Donadoni apertou as mãos de Vagner Sales, pai de Jéssica, e abriu vagas para composições na chapa de Mailza, incluindo posições para vice-governador e Senado, destacando a “capilaridade” do partido no estado.

Durante a coletiva, Gladson Cameli elogiou inicialmente a visita, classificando-a como “muito positiva” e um sinal de humildade do governo ao dialogar com todas as lideranças políticas. “Isso aí demonstra o que eu tenho afirmado, que nós estamos de portas abertas para fazermos qualquer aliança política que pense no futuro do Acre. O MDB é um partido fundamental nessa discussão”, afirmou o governador. No entanto, ele rapidamente mudou o tom ao ser questionado sobre as declarações de Donadoni, que havia sinalizado aberturas para a segunda vaga do senado e outras indicações.

“Eles não estão autorizados a falar sobre a sucessão de 2026. Está bem claro que a Mailza é minha candidata, a nossa candidata à sucessão governamental, e eu estou com conversas muito avançadas com o senador Márcio Bittar na segunda vaga do senado”, rebateu Cameli, enfatizando que nenhum secretário tem permissão para tratar da vaga senatorial. “Não vou mais permitir que eles venham a tratar da segunda vaga do senado. Quem vai decidir isso é uma composição que já está muito em andamento.”

O governador reiterou sua intenção de disputar o senado em 2026, renunciando ao cargo em abril se necessário, e confirmou Mailza Assis como sua sucessora natural no governo. Sobre suplências e vice-governadoria, ele deixou espaço para negociações, mas alertou contra barreiras que afetem o alinhamento com Bittar (PL), atual senador e figura chave no Partido Liberal. “Sobre a suplência: vai estar aberta para nós discutirmos, não só da primeira vaga quanto da segunda vaga, como as outras composições. O que nós queremos é dizer que tem espaço para discutir toda essa composição em 2026.”

Questionado sobre possíveis candidaturas alternativas, como a do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), que se insinua como postulante ao governo, Cameli foi enfático. “Eu não abro mão da minha candidata ao governo, que é a Mailza. Isso aí é uma questão pra mim que você não tem nem que discutir mais.” Ele ponderou que o PL já tem um senador (Bittar) e que questões internas do partido devem ser resolvidas por eles, mas advertiu: “Quem não conseguir disputar uma vaga no majoritário, não vem querer dizer que o culpado foi o Gladson Cameli. As cartas estão na mesa.

Por fim, ao ser indagado se o vice de Mailza poderia vir do MDB, como Jéssica Sales, o governador não descartou: “Lógico, tudo pode acontecer. Por que não? A senhora Jéssica sabe que seria um bom nome para vice também.”

Por: AC24horas.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.