Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Há 18 anos no Acre, grafiteiro eleva obras públicas com arte e cores da Amazônia
  • Calixto: “o Alan precisa ter humildade e entender que ele não pode inaugurar obra primeiro que o governador”
  • Ifac abre 225 vagas para cursos gratuitos com bolsa de R$ 600
  • Sem moradia, homem dorme em árvore no Acre; assista
  • Prefeito segue internado em Marechal Thaumaturgo e avião ainda não consegui resgatá-lo
  • Chuvas comprometem acessos e dificultam deslocamento em Rodrigues Alves; veja vídeo
  • Mulher entra em trabalho de parto e dá à luz durante viagem de barco no interior do Acre
  • Gladson manda recado a Gerlen após ‘invasão’ em obra: “Vai dar explicação muito boa”
  • Influenciadora morre após comer caranguejo venenoso
  • TJAC divulga nova convocação para estágio de pós-graduação no Acre; confira lista
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, fevereiro 12
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Geral

Governo muda saque-aniversário, mas não altera o que precisa ser corrigido

Por Redação Juruá em Tempo.8 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

As mudanças na antecipação do saque-aniversário do FGTS não corrigiram o principal erro da proposta criada ainda no governo Bolsonaro. A regra, instituída naquela gestão, veio acompanhada de uma punição que muita gente desconhecia: quem opta por essa modalidade e depois é demitido não tem acesso ao próprio dinheiro por dois anos. Isso é um absurdo e deveria mudar. Na época, não foi bem divulgado, muito trabalhador se deu mal. E o governo em vez de mudar essa regra draconiana, limitou o acesso ao saque-aniversário.

Algo que todo governo esquece sobre o FGTS: o dinheiro é do trabalhador. Todo mundo dá palpite sobre ele, principalmente a indústria da habitação e da indústria da construção civil, que usam o FGTS para se financiar.

Outro absurdo é que esse recurso é sub-remunerado. Ele precisa render mais, e o trabalhador deveria ter mais (e não menos) acesso a ele. Poderia haver chance de quitar e pagar uma dívida cara, com juros altos, e assim reorganizar a vida financeira.

Ao contrário do que o ministro Luiz Marinho diz, o problema não está nos saques pequenos, mas sim criar regras de acesso mais eficientes, acabar com a punição de quem faz saque-aniversário e discutir como remunerar melhor o dinheiro do trabalhador.

O governo deveria repensar a remuneração desse dinheiro em vez de tratá-lo como um recurso barato para a construção civil. Pode até ser usado como funding para a indústria, mas desde que não se esqueça quem é o dono do dinheiro.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.