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Insetos podem fortalecer o manejo sustentável da soja no Acre, aponta estudo

Por Redação Juruá em Tempo.1 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
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Uma pesquisa realizada pela Embrapa Acre identificou o potencial dos crisopídeos, conhecidos como “bichos-lixeiros” ou “leões-de-pulgão”, como aliados no controle de pragas que afetam lavouras de soja no estado. O levantamento foi feito com uso de armadilhas Malaise, que capturaram insetos presentes tanto nas áreas agrícolas quanto nos fragmentos florestais vizinhos.

O inseto pode beneficiar a soja no estado do Acre/Foto: Reprodução

Os resultados mostraram que, entre a diversidade registrada, os crisopídeos se destacaram pela eficiência no controle natural de pragas. As larvas desses insetos atuam como predadores de pulgões, cochonilhas, moscas-brancas, ácaros e ovos de lagartas, principais ameaças à cultura. Espécies dos gêneros Gonzaga, Leucochrysa e Ceraeochrysa foram identificadas, sendo que Ceraeochrysa cubana representou mais de 70% dos indivíduos encontrados.

Segundo o pesquisador Rodrigo Souza Santos, da Embrapa Acre, a espécie se adapta tanto a ambientes agrícolas quanto naturais, mostrando grande potencial para programas de manejo integrado de pragas. Os adultos, que se alimentam de pólen e néctar, têm papel fundamental na reprodução e na dispersão da espécie, assegurando sua permanência no ecossistema.

A pesquisa aponta que a presença abundante dos crisopídeos reduz a necessidade de aplicação de inseticidas, contribuindo para a diminuição das perdas na produção e para a preservação ambiental. A manutenção de fragmentos florestais próximos às áreas de cultivo é considerada estratégica, já que esses ambientes funcionam como refúgio e fonte de inimigos naturais que podem migrar para as lavouras.

De acordo com Santos, compreender a fauna entomológica das lavouras e de seus arredores é um passo essencial para avançar em práticas agrícolas mais sustentáveis. A valorização de inimigos naturais, como os crisopídeos, pode garantir maior equilíbrio entre produtividade e conservação ambiental no Acre.

Por: Contilnet.
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