Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Expoacre Juruá será aberta nesta terça-feira em Cruzeiro do Sul com show de Nathanzinho
  • Morre Mariquinha, mãe do deputado Edvaldo Magalhães, aos 85 anos
  • Homem é preso por agredir enteada e filha na zona rural de Cruzeiro do Sul
  • Apoio a Fábio Rueda gera demissão de Donadoni da Casa Civil
  • Conta de luz pode ficar mais cara no Acre após decisão da Aneel
  • Acre tem mais de 150 vagas de emprego abertas nesta terça-feira (30); veja como se candidatar
  • Justiça do Acre rejeita mandado de segurança e mantém lista tríplice do TCE
  • WhatsApp libera nome de usuário e passa a dispensar número de celular
  • Sol, calor e chuva isolada: veja como fica o tempo no Acre nesta terça-feira (30)
  • Receita paga nesta terça maior lote de restituição do IR da história
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, junho 30
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Ministro da Justiça diz que Lula ficou estarrecido com número de mortos no Rio e falta de coordenação com governo

Por Redação Juruá em Tempo.29 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, disse nesta quarta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou “estarrecido” com a operação no Rio contra o Comando Vermelho (CV), que resultou em mais 120 mortes até o momento.

Após reunião no Palácio da Alvorada, Lewandowski falou sobre o assunto ao lado do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos.

— O presidente ficou estarrecido com o número de ocorrências fatais. (Lula) se mostrou supreso que uma operação (dessa magnitude) fosse desencadeada sem conhecimento federal — disse Lewandowski.

Questionado sobre a possbilidade de decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), operação por meio da qual as Forças Armadas Brasileiras, de forma provisória, exercem atividades de segurança pública, o ministro respondeu que a medida só pode ser tomada se houver pedido do governador.

— Essa lei complementarregulamenta a organização das Forças Armadas, o artigo 15, estabelece, que a operação GLO primeiro tem que ser requerida pelo governador. Não é ação espontânea do governo federal ou presidente da República.

Lewandowiski argumentou que o Executivo não poderia tomar essa medida de forma isolada.

— Isso (decretação de GLO) é uma decisão do presidente da República. Primeiramente, ele (Castro) precisa reconhecer a incapacidade das forças locais de debelarem o crime organizado e, sobretudo, a situação de intranquilidade em que se encontra o Rio de Janeiro. Isso depende dele. Essa hipótese não foi abordada porque não se colocou na mesa essa questão. Não há pedido — disse Lewandowski.

O ministro também destacou a ação de transferência de criminosos da facção, em acordo com o governador Cláudio Castro. Também ressaltou que o governo federal está disposto a colaborar com peritos criminias, médicos, e informações de banco de dados de DNA.

Lewandowski também falou sobre a ida de uma comitiva do governo Lula ao Rio.

— Vamos ouvir o governador e saber o que é que ele precisa.

Segundo o ministro, a Força Nacional de Segurança está no Rio desde 2023.

— Tivemos 11 renovações a pedido do governador. Temos um intenso trabalho da PF que desbaratou várias quadrilhas de tráfico de drogas e armas.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.