Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Coronel Ulysses destina R$ 1,4 milhão para a saúde de Brasiléia e reforça compromisso com a população
  • Histórias que inspiram: mulheres que energizam o Acre
  • Polícia Civil prende mulher por uso de cartão bancário perdido em Cruzeiro do Sul
  • Bolsonaro completa uma semana na UTI com quadro estável
  • Haddad defende Alckmin como vice de Lula e diz ser cedo para definir sucessão em 2030
  • Trump chama aliados da Otan de ‘covardes’ por postura na guerra contra o Irã
  • Acre avança no ensino integral e já está entre os 10 estados com maior adesão no país
  • Filho encontra corpo de pai carbonizado após incêndio destruir casa em área rural no interior do Acre
  • Palácio Rio Branco é reaberto após obras de revitalização e ganha estrutura de acessibilidade
  • Acre fica sem seca por dois meses seguidos pela primeira vez desde 2022, aponta Monitor de Secas
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, março 21
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 3

Mulher acusada de mandar matar o marido para ficar com bens vai a júri em novembro no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.9 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Após quase três anos, a Justiça do Acre marcou para o dia 6 de novembro, às 9h, o júri popular de Risonete Borges Monteiro, acusada de planejar a morte do próprio marido, Francisco Campos Barbosa, conhecido como Chico Abreu, no município de Xapuri, interior do Acre. O crime ocorreu em novembro de 2022, na zona rural da cidade, e o julgamento acontecerá na Vara Criminal do município.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC), Risonete teria contratado Benigno Queiroz Sales para executar o assassinato, com o objetivo de ficar com o dinheiro e o patrimônio acumulado pelo casal, composto por colônias e gado. O executor começou a trabalhar na propriedade rural da vítima cerca de um mês antes do crime, por indicação da própria Risonete.

As investigações apontaram que, dias antes do assassinato, Francisco havia recebido R$ 16 mil referentes a um projeto do Incra, negociado na Emater. Cientes do valor, os dois acusados teriam agido em conjunto, matando o colono por motivo torpe e mediante recurso que dificultou sua defesa, conforme descreve a sentença de pronúncia.

Além do homicídio, os dois respondem por roubo qualificado, já que, após o crime, subtraíram pertences da vítima, além de posse irregular de armas de fogo.

A denúncia foi recebida em janeiro de 2023, após oitiva de dez testemunhas e interrogatório dos réus. A Justiça do Acre determinou que ambos sejam levados a júri popular por homicídio qualificado, roubo e outros crimes correlatos.

Por: redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.