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Prêmio Jovem Cientista levou brasileiro a traçar trajetória de sucesso até doutorado nos EUA

Por Redação Juruá em Tempo.15 de outubro de 20253 Minutos de Leitura
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O Prêmio Jovem Cientista mudou a trajetória de Célio Moura, de 33 anos. A premiação na edição de 2018 e o reconhecimento nacional do trabalho do pernambucano foram uma ponte para a vida acadêmica no exterior. Célio hoje é doutorando na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, onde pesquisa a relação entre políticas ambientais e comunidades pesqueiras urbanas.

— No fim da graduação, não tinha muita certeza do que seguir profissionalmente. O prêmio, ao validar meu trabalho e meu esforço, abriu uma possibilidade concreta de seguir na trajetória acadêmica, de acreditar que isso poderia render bons frutos — lembra.

Célio conquistou o primeiro lugar entre 1.500 projetos com um estudo sobre conservação ambiental em áreas urbanas do Recife. A visibilidade da escolha, avalia, abriu o caminho para a aprovação em um programa de doutorado na Universidade de Illinois, mesmo sem vínculos prévios com instituições ou pesquisadores norte-americanos.

— Quando me candidatei, meu inglês ainda era básico. Nunca tinha estudado ou publicado com ninguém dos Estados Unidos. Mesmo assim, fui aceito. Acredito que o Prêmio Jovem Cientista teve um papel importante nesse processo.

No doutorado, em que é orientado por Onilda Gomes, Célio segue a mesma linha de pesquisa iniciada no projeto premiado, mas agora com foco nas comunidades tradicionais urbanas. O trabalho parte da comunidade do Bode, no Recife, onde sua família viveu nos anos 1970, e busca compreender como políticas de conservação e regularização fundiária impactam modos de vida locais.

O pesquisador tem desenvolvido um trabalho etnográfico junto aos pescadores, com visitas frequentes à comunidade, oficinas participativas e a construção de pequenas estruturas que dão suporte à atividade pesqueira, como áreas cobertas para reparo de barcos e cozinhas comunitárias. A ideia é que elas ajudem a demarcar a atividade social no local.

— Da última vez que fui ao Brasil, propus na Câmara dos Vereadores do Recife emendas à legislação que regula o uso do território na cidade. Nenhuma foi aceita. Então, decidimos fazer por conta própria, juntos — relata Célio.

‘Alta relevância’

Para Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Marca da Shell Brasil, o reconhecimento concedido pelo Prêmio Jovem Cientista ultrapassa o mérito individual de cada vencedor e reflete o papel estratégico da ciência no desenvolvimento do país.

— O Prêmio Jovem Cientista se consolida como uma plataforma de alta relevância para que pesquisadores brasileiros sigam contribuindo para um futuro mais sustentável — afirma.

Na edição deste ano, que terá os vencedores anunciados em novembro, doutorandos, mestrandos e alunos do ensino médio tiveram que propor soluções para o combate a desastres ambientais. Iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o prêmio tem patrocínio da Shell, apoio de mídia da Editora Globo e do Canal Futura.

Por: O Globo.
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