Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mâncio Lima recebe cerca de R$ 146 mil da Política Nacional Aldir Blanc para fortalecer a cultura local
  • Prefeito Zequinha Lima faz vistoria técnica na área do Carnaval de Cruzeiro do Sul
  • Gestante é resgatada de helicóptero após estrada interditada por lama no Ramal do Tico, BR-364; veja vídeo
  • Corpo de mulher trans é achado decapitado e com 6 tiros na cabeça
  • Medicina, direito e psicologia lideram disputa do Prouni 2026 no Acre
  • Corpo de cão Orelha é exumado e perícia pode revelar novos detalhes sobre morte do animal
  • Mulher que matou a mãe por causa de corte de cabelo da filha vira ré
  • Acre entra em alerta para chuvas fortes e ventos de até 100 km/h no Carnaval
  • Piloto que espancou jovem em Brasília vira réu por homicídio doloso
  • Apenas Cruzeiro do Sul terá Carnaval no Vale do Juruá; público deve chegar a 40 mil pessoas
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, fevereiro 13
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Total de mortos em megaoperação contra o CV supera o Massacre do Carandiru, em 1992

Por Redação Juruá em Tempo.29 de outubro de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Três décadas depois do massacre do Carandiru, que deixou 111 presos mortos em São Paulo e se tornou símbolo da violência policial no país, o Brasil volta a registrar uma tragédia sem precedentes. A megaoperação policial no Complexo da Penha e no Alemão, no Rio de Janeiro, ultrapassou o episódio de 1992 em número de vítimas e passou a ser considerada a mais violenta da história nacional — ainda que os dois casos envolvam contextos muito diferentes: um dentro do sistema prisional, outro em plena área urbana, em confronto direto com o tráfico de drogas.

De acordo com dados oficiais publicados ainda na terça, 64 pessoas morreram — 60 apontadas como criminosos e 4 policiais. No entanto, o número pode ser ainda maior. Durante a madrugada desta quarta-feira, moradores da Penha levaram ao menos 64 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas. Segundo a Polícia Militar, os corpos não estão incluídos no balanço divulgado na véspera. Ao todo, ao menos 128 suspeitos morreram.

Peritos trabalham para identificar as vítimas e apurar se essas mortes estão ligadas à operação, que mobilizou 2,5 mil agentes e foi planejada ao longo de dois meses para conter a expansão do Comando Vermelho, principal facção do tráfico no Rio.

De Carandiru à Penha: a história que se repet

O massacre do Carandiru, em 1992, marcou o auge da repressão policial no sistema prisional brasileiro. Naquele dia, 341 policiais da Tropa de Choque invadiram o Pavilhão 9 da Casa de Detenção em São Paulo para conter uma rebelião.

Foram disparados 3,5 mil tiros em 20 minutos, deixando 111 presos mortos, muitos deles executados à queima-roupa. O episódio virou livro, filme e símbolo internacional da violência institucional no Brasil.

Agora, em 2025, o país revive o mesmo espanto. A operação na Penha e Alemão, oficialmente voltada ao combate ao tráfico, teve níveis de letalidade superiores aos de qualquer confronto urbano registrado anteriormente. Moradores relatam corpos espalhados por áreas de mata, como a Serra da Misericórdia, e denunciam execuções e desaparecimentos.

O governo estadual classificou a ação como uma “operação contra narcoterroristas”, expressão usada pelo governador Cláudio Castro para justificar o alto número de mortes. A retórica, porém, foi criticada por entidades de direitos humanos, que alertam para o risco de banalização do uso da força letal e reprodução de padrões históricos de extermínio.

Mudança no conflito

A operação marca uma mudança no padrão de enfrentamento entre as forças de segurança do Rio e as facções criminosas. Em uma demonstração inédita de poder bélico, traficantes utilizaram drones para lançar granadas contra equipes das forças especiais da Core e do Bope, cenário típico de guerra. Para esse “bombardeio”, os criminosos acionam um gatilho mecânico ou elétrico que libera a carga enquanto mantêm o equipamento em voo, afastando-se sem se expor.

Além disso, em outro sinal de uma escalada nos confrontos, o governo estadual declarou que não tem condições de atuar sozinho e que o conflito ultrapassou o âmbito da segurança pública tradicional. A ação resultou em 81 prisões e na apreensão de 42 fuzis.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.