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Um ano após a morte de Liam Payne, herança do cantor ainda é incerta

Por FolhaPress. 17/10/2025 10:34
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A fortuna deixada por Liam Payne, ex-integrante do One Direction, está em fase final de partilha no Reino Unido. O cantor, que morreu em outubro de 2024, aos 30 anos, deixou um patrimônio avaliado em cerca de £ 24 milhões (R$ 183 milhões), segundo o Daily Mail.

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Documentos do Registro de Sucessões de Newcastle indicam que, após o pagamento de taxas e dívidas, o valor líquido remanescente é de aproximadamente R$ 177,7 milhões. Sem testamento, a administração dos bens foi assumida por Cheryl Cole -ex-parceira e mãe de seu filho, Bear- e pelo advogado Richard Bray, especialista em direito musical.

De acordo com a legislação britânica, todo o montante será transferido ao herdeiro direto, Bear Payne, que só poderá acessar o fundo ao atingir a maioridade, aos 18 anos. Até lá, o patrimônio ficará sob gestão judicial.

A ausência de um testamento abre espaço para possíveis reivindicações. A influenciadora Kate Cassidy, que namorava o cantor na época de sua morte, tem até o fim de outubro para apresentar uma ação que comprove dependência financeira -condição prevista pela lei britânica para garantir parte da herança mesmo sem casamento formal.

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As irmãs e o pai do cantor também podem reivindicar legalmente parte da herança do ex-ídolo teen, mas, assim com a namorada, não se manifestaram até o momento.

Entre os bens deixados por Payne está uma mansão avaliada em R$ 23,4 milhões, localizada em Buckinghamshire, que foi retirada recentemente do mercado imobiliário. O cantor havia colocado a propriedade à venda um mês antes de morrer. Comprada em 2021, a casa possui cinco quartos, seis banheiros, piscina de água salgada, estábulo e acesso a um clube com spa, academia e quadras de tênis.

Liam Payne morreu em 16 de outubro de 2024, após cair do terceiro andar do Hotel CasaSur, em Buenos Aires. Ele estava na cidade acompanhado de Cassidy e do empresário Rogelio Nore, para assistir a um show do ex-colega de banda Niall Horan. O caso chegou a gerar acusações de homicídio culposo contra Nore e funcionários do hotel, mas todos foram absolvidos em fevereiro de 2025.

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