Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Bombeiros registram cinco ocorrências de naufrágio e afogamento no Vale do Juruá em janeiro
  • FIM DOS TEMPOS! Idosa cadeirante de 82 anos é morta pelo próprio filho no AM
  • MPAC desmente Mazinho, nega acordo com prefeitura e diz que faz parte da investigação
  • Polícia prende tesoureiro do CV e líder de esquema de extorsão em Rio Branco
  • Motocicleta com sinais de adulteração é apreendida pela PRF na BR-364, no Acre
  • Foragido da Justiça do Acre é preso no Paraná em ação integrada entre polícias civis
  • Rio Branco e mais três municípios do Acre passam a integrar ação federal de combate à fome
  • VÍDEO: Polícia Civil apreende adolescente de 13 anos com 4,5 kg de drogas em Rodrigues Alves
  • Motorista de aplicativo é vítima de assalto e pede ajuda para voltar ao trabalho em Cruzeiro do Sul
  • Disciplinador de facção criminosa é preso em zona rural de Cruzeiro do Sul
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, janeiro 29
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»TUDO AQUI 1

Adriane Galisteu relembra velório de Ayrton Senna e fala sobre ter sido ignorada

Por Redação Juruá em Tempo.7 de novembro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Trinta e um anos após a morte de Ayrton Senna, Adriane Galisteu voltou a falar sobre esse período doloroso de sua vida. Em depoimento para a série documental “Meu Ayrton”, da HBO Max, a apresentadora relembra o velório do piloto, em 1994, e a comoção mundial causada pelo acidente no autódromo de Ímola, na Itália.

Galisteu, que na época namorava o tricampeão de Fórmula 1 havia pouco mais de um ano, recorda que durante o velório, as câmeras registraram a apresentadora à distância do caixão e sem contato com os familiares de Senna -algo que se tornou um dos episódios mais comentados da cobertura da tragédia.

“Essas coisas todas são percepções de fora para dentro. Eu não tive essa sensação”, afirmou Adriane. “Eu estava vivendo a minha dor, não estava olhando se alguém fazia assim ou assado. A dor era tão grande que fui sendo levada.”

A apresentadora contou que, mesmo em meio ao caos, encontrou apoio em pessoas próximas, como o assessor Braga, a amiga Luiza e Betise Assumpção, assessora de imprensa do piloto. “Eu encontrei colo. Isso foi percebido pelos outros de um jeito que eu não percebi por causa da dor e da imaturidade da época”, disse.

Somente anos depois, ao rever as imagens publicadas em revistas e jornais, Adriane conseguiu compreender o peso daquela cena. “Fui perceber muito depois. Daí olhei para aquilo com o mesmo olhar que todo mundo olhou e pensei: ‘Nossa, realmente foi pesado, difícil e triste’. Mas nada podia ser mais triste do que a própria situação, a morte do Senna.”

A série “Meu Ayrton” revisita a trajetória pessoal e profissional do piloto, destacando seu legado no automobilismo e o impacto de sua morte em 1994 -um momento que, até hoje, segue marcado na memória do país e na vida de quem conviveu com ele.

Por: FolhaPress.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.