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Acre

Após atraso, dono de terceirizada anuncia data de pagamento dos salários dos trabalhadores no Acre

Por Contilnet. 12/11/2025 15:29
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O empresário Jebert Nascimento, proprietário da empresa de serviços terceirizados JWC, publicou um vídeo nas redes sociais, na madrugada desta terça-feira (12), para comentar a situação dos atrasos nos repasses do Governo do Acre às empresas do setor. Segundo ele, o problema deve ser solucionado até sexta-feira (15).

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“Quero trazer uma boa notícia: nós vamos resolver isso o mais rápido possível, se Deus quiser, até sexta-feira vai estar tudo resolvido”, declarou o empresário.

No vídeo, Jebert destacou que a principal preocupação da empresa é garantir o pagamento dos trabalhadores terceirizados, independentemente de quem seja o responsável pelos atrasos.

“Vocês não querem saber se a culpa é da gestão ou da empresa, vocês querem receber. A gente entende isso e coloca isso como prioridade”, afirmou.

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O empresário também defendeu a necessidade de um diálogo com o governo e os órgãos contratantes para acelerar os processos de repactuação dos contratos de prestação de serviços.

“Se o salário mínimo de 2022 é o que está no contrato e a gestão não paga o valor atualizado, a empresa está pagando o valor atual. E isso impacta diretamente. Quando o dinheiro cai na conta, ele é bloqueado. Então a gente precisa resolver isso”, explicou.

Contexto da polêmica

A manifestação ocorre após o deputado Fagner Calegário denunciar, na tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que o governo acumula uma dívida superior a R$ 50 milhões com empresas terceirizadas, o que colocaria em risco o pagamento do 13º salário de milhares de trabalhadores.

Em resposta, o secretário de Planejamento, Ricardo Brandão, afirmou ao ContilNet que os débitos se referem apenas às repactuações contratuais e não comprometem o pagamento dos salários. Segundo ele, as repactuações são de responsabilidade de cada órgão e devem ser tratadas individualmente.

Em nota pública, o governo reafirmou que os pagamentos dos contratos de mão de obra terceirizada seguem em dia e que não há risco de atraso nos salários ou no 13º dos trabalhadores.

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