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Maria e José seguem líderes absolutos entre os nomes mais comuns no Acre, aponta IBGE

Por Redação Juruá em Tempo.4 de novembro de 20252 Minutos de Leitura
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Mesmo com a chegada de novas tendências de nomes pelo país, o Acre segue sendo a terra das Marias e dos Josés. A atualização do Nomes no Brasil, plataforma do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) baseada no Censo 2022, revela que os dois nomes continuam no topo das preferências no estado, e com larga vantagem.

Segundo o levantamento, Maria aparece em 8,73% da população acreana, o que representa mais de 72,4 mil registros. Logo atrás está José, presente em 3,04% das pessoas, somando 25,2 mil acreanos.

A lista dos mais escolhidos no Acre segue com nomes fortemente associados à cultura regional e religiosa:

  • 1º Maria, sendo 8,73%, o equivalente a 72.420.
  • 2º José, sendo 3,04%, com 25.234 registros.
  • 3º Francisco, com 2,59% e 21.485 pessoas.

Entre os 15 primeiros do ranking, predominam nomes bíblicos ou vinculados à história e religiosidade do interior do Norte e Nordeste. Aparecem ainda Carlos, Luiz, Raimunda, Manoel e Paulo fechando a lista de destaques estaduais.

Tendências que começam a mudar o cenário

Embora os tradicionais continuem liderando, o IBGE aponta que nomes mais modernos já despontam entre os nascidos nos últimos anos. No país, Helena e Gael ganharam força e exibem idades medianas baixas — sinal de que vêm tomando espaço no registro de recém-nascidos.

No Acre, essa mudança ainda ocorre de forma gradual, mas é visível quando se analisam faixas etárias: nomes como Francisco e Raimundo, por exemplo, aparecem associados a gerações mais antigas.

Além de rankings por estado e município, o Nomes no Brasil agora permite consultar sobrenomes e explorar como nomes se distribuem no mapa mundial. A ferramenta mostra, por exemplo, quantos brasileiros carregam sobrenomes típicos da China, Bolívia ou Portugal, já que a migração também reflete a identidade nacional.

Proteção de dados

Por questões de sigilo estatístico, nomes raros, com menos de 20 registros no país ou pouca concentração por município, podem ter dados ocultados. O objetivo é impedir a identificação de indivíduos em locais de baixa incidência.

Por: A Gazeta do Acre.
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