Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Há 18 anos no Acre, grafiteiro eleva obras públicas com arte e cores da Amazônia
  • Calixto: “o Alan precisa ter humildade e entender que ele não pode inaugurar obra primeiro que o governador”
  • Ifac abre 225 vagas para cursos gratuitos com bolsa de R$ 600
  • Sem moradia, homem dorme em árvore no Acre; assista
  • Prefeito segue internado em Marechal Thaumaturgo e avião ainda não consegui resgatá-lo
  • Chuvas comprometem acessos e dificultam deslocamento em Rodrigues Alves; veja vídeo
  • Mulher entra em trabalho de parto e dá à luz durante viagem de barco no interior do Acre
  • Gladson manda recado a Gerlen após ‘invasão’ em obra: “Vai dar explicação muito boa”
  • Influenciadora morre após comer caranguejo venenoso
  • TJAC divulga nova convocação para estágio de pós-graduação no Acre; confira lista
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, fevereiro 12
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Operação desarticula esquema que movimentou R$ 60 milhões em agiotagem

Por Redação Juruá em Tempo.12 de dezembro de 2025
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), em parceria com a Polícia Federal, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11) a operação “Cobro Final”, com o objetivo de desarticular um grupo especializado em agiotagem e lavagem de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva em Macapá (AP) e Teresina (PI).

De acordo com o MP, a organização criminosa — formada majoritariamente por cidadãos colombianos — atuava oferecendo empréstimos ilegais com juros abusivos, prática conhecida na Colômbia como “cobro”. As investigações apontam que, entre 2023 e 2025, o grupo movimentou mais de R$ 60 milhões.

Além dos empréstimos irregulares, os suspeitos utilizavam empresas de compra e venda de veículos e contas bancárias em nome de “laranjas” para lavar o dinheiro obtido de forma ilícita. As vítimas que não conseguiam quitar as dívidas eram ameaçadas e tinham bens tomados pelos agiotas, segundo o MP-AP.

A investigação teve início após uma denúncia anônima encaminhada ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Os envolvidos podem responder por agiotagem, organização criminosa, lavagem de dinheiro, ameaça e lesão corporal. Somadas, as penas ultrapassam 23 anos de prisão, além de multas.

Por: AC24horas.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.