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2026 deve figurar entre os anos mais quentes da história, apontam projeções internacionais

Por Redação Juruá em Tempo.2 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
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Projeções de organizações internacionais indicam que 2026 deverá estar entre os anos mais quentes já registrados desde o início das medições modernas. A previsão foi divulgada no final do mês de dezembro pelo Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, com base em estudos recentes que apontam a continuidade do aumento da temperatura média global, em patamares próximos aos recordes históricos.

Segundo o relatório, a temperatura média do planeta em 2026 deve ficar cerca de 1,46°C acima dos níveis pré-industriais (1850–1900), dentro de uma faixa estimada entre 1,34°C e 1,58°C. O valor projetado é ligeiramente inferior ao recorde de 1,55°C registrado em 2024, mas, de acordo com o Met Office, ainda coloca 2026 “provavelmente entre os quatro anos mais quentes já observados”.

A agência ressalta que a série histórica de dados, que remonta a 1850, evidencia uma intensificação do aquecimento global nas últimas décadas. Adam Scaife, chefe da equipe de previsão global do Met Office, afirmou que “nos últimos três anos, provavelmente ultrapassamos 1,4°C, e esperamos que 2026 seja o quarto ano consecutivo em que isso acontece”, algo inédito até recentemente.

Pressão crescente sobre as metas climáticas

As projeções reforçam os alertas da comunidade científica sobre a influência direta das atividades humanas no aquecimento global. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), as principais emissões de gases de efeito estufa responsáveis pelas mudanças climáticas são o dióxido de carbono e o metano, gerados, por exemplo, pelo uso de combustíveis fósseis como gasolina e carvão.

Nick Dunstone, meteorologista-chefe do Met Office, destacou que 2024 marcou a primeira ultrapassagem temporária do limite de 1,5°C e que a previsão para 2026 indica que esse cenário pode se repetir. “Isso demonstra a rapidez com que estamos nos aproximando da meta de 1,5°C do Acordo de Paris”, afirmou.

Adotado em 2015 durante a COP21, o Acordo de Paris estabelece como objetivo limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2°C, com esforços para não ultrapassar 1,5°C, conforme define a ONU. O tratado, em vigor desde 2016, reúne 194 signatários e prevê revisões periódicas das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), que detalham as ações de cada país para reduzir emissões e se adaptar aos impactos climáticos.

Relatórios recentes reforçam os riscos associados à superação do limite de 1,5°C. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que o aquecimento global atual esteja em torno de 1,37°C acima da média pré-industrial, considerando dados da última década. Para os cientistas, cada fração adicional de grau eleva a frequência e a intensidade de eventos extremos e reduz as opções de adaptação, tornando ainda mais urgente o cumprimento e o fortalecimento dos compromissos climáticos globais.

Por: O Globo.
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