Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Equipe da Regional Santa Luzia Campinas se destaca pelo compromisso com a educação em 2025
  • Caso de jogadores do Vasco-AC suspeitos de estupro coletivo ganha repercussão nacional
  • Homem é encontrado morto às margens de rodovia no interior do estado do Acre
  • Festa de Carnaval tem horários alterados nesta terça em Cruzeiro do Sul
  • Ex-vereador rebate acreana após críticas sobre carnaval: “sem apontar erros que você já cometeu”
  • Ministro da Educação visita o Acre na próxima semana e cumpre agenda na Ufac
  • Acre ocupa 2º lugar em Segurança Pública na Região Norte, aponta ranking nacional
  • No interior do Acre, PM prende integrante do CV condenado a 23 anos por homicídio
  • Cruzeiro do Sul tem UBSs abertas nesta terça-feira de Carnaval
  • Agora conservadora, influenciadora acreana critica escola de samba do RJ
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, fevereiro 18
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

2026 deve figurar entre os anos mais quentes da história, apontam projeções internacionais

Por Redação Juruá em Tempo.2 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Projeções de organizações internacionais indicam que 2026 deverá estar entre os anos mais quentes já registrados desde o início das medições modernas. A previsão foi divulgada no final do mês de dezembro pelo Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, com base em estudos recentes que apontam a continuidade do aumento da temperatura média global, em patamares próximos aos recordes históricos.

Segundo o relatório, a temperatura média do planeta em 2026 deve ficar cerca de 1,46°C acima dos níveis pré-industriais (1850–1900), dentro de uma faixa estimada entre 1,34°C e 1,58°C. O valor projetado é ligeiramente inferior ao recorde de 1,55°C registrado em 2024, mas, de acordo com o Met Office, ainda coloca 2026 “provavelmente entre os quatro anos mais quentes já observados”.

A agência ressalta que a série histórica de dados, que remonta a 1850, evidencia uma intensificação do aquecimento global nas últimas décadas. Adam Scaife, chefe da equipe de previsão global do Met Office, afirmou que “nos últimos três anos, provavelmente ultrapassamos 1,4°C, e esperamos que 2026 seja o quarto ano consecutivo em que isso acontece”, algo inédito até recentemente.

Pressão crescente sobre as metas climáticas

As projeções reforçam os alertas da comunidade científica sobre a influência direta das atividades humanas no aquecimento global. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), as principais emissões de gases de efeito estufa responsáveis pelas mudanças climáticas são o dióxido de carbono e o metano, gerados, por exemplo, pelo uso de combustíveis fósseis como gasolina e carvão.

Nick Dunstone, meteorologista-chefe do Met Office, destacou que 2024 marcou a primeira ultrapassagem temporária do limite de 1,5°C e que a previsão para 2026 indica que esse cenário pode se repetir. “Isso demonstra a rapidez com que estamos nos aproximando da meta de 1,5°C do Acordo de Paris”, afirmou.

Adotado em 2015 durante a COP21, o Acordo de Paris estabelece como objetivo limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2°C, com esforços para não ultrapassar 1,5°C, conforme define a ONU. O tratado, em vigor desde 2016, reúne 194 signatários e prevê revisões periódicas das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), que detalham as ações de cada país para reduzir emissões e se adaptar aos impactos climáticos.

Relatórios recentes reforçam os riscos associados à superação do limite de 1,5°C. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que o aquecimento global atual esteja em torno de 1,37°C acima da média pré-industrial, considerando dados da última década. Para os cientistas, cada fração adicional de grau eleva a frequência e a intensidade de eventos extremos e reduz as opções de adaptação, tornando ainda mais urgente o cumprimento e o fortalecimento dos compromissos climáticos globais.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.