Uma adolescente, 12, conseguiu gravar quando um pastor evangélico de 63 anos se masturbou na porta do quarto dela. O homem é investigado por suspeita de estupro de vulnerável, em Amparo (SP).
De acordo com o boletim de ocorrência, o caso teria ocorrido em 9 de dezembro do ano passado, mas foi registrado no dia 12 de janeiro. Segundo as informações, o pastor estava prestando serviços de pintura quando se masturbou.
Ainda confrome o BO, momentos após se masturbar, o pastor ainda avançou fisicamente e apertou as nádegas da menina.
A Polícia Civil pediu a prisão preventiva do suspeito, que foi ratificada pelo Ministério Público. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), no entanto, negou e estabeleceu medidas cautelares.
A Justiça também concedeu medidas protetivas à família, como distanciamento e a proibição de contato.
A igreja em que o homem é pastor se manifestou por meio de nota:
“A Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério do Belém Amparo/SP, em face de denúncia envolvendo membro seu, vem a público esclarecer:
1) O denunciado, de cujo nome foi dado veiculação por alguns órgão de Mídia, não ocupa função pastoral nessa denominação, não pertencendo à sua diretoria, nem vem exercendo cargos de liderança na mesma. Chegou na mesma a exercer uma função de auxiliar, que é de presbítero, não de liderança.
2) A denominação tomou conhecimento de referido assédio e, tão logo tomado conhecimento, por seu setor juridico orientou os pais ação no sentido de que, dirigindo-se às autoridades, buscassem preservar os direitos da assediada em questão, crendo que as autoridades são as mais indicadas para verificação do fato e efetiva justiça. A Denominação não concorda com quaisquer práticas dessa natureza, bem como não se solidariza com nenhuma prática de injustiça.
3) A denominação nunca teve nenhuma denúncia ou reclamação de conduta dessa natureza do denunciado.
4) A denominação zela pelo bem de seus membros e lamenta o ocorrido, que envolve familias da mesma. A todos oferece sua assistência e por todos ora para que Deus, em sua sabedoria, os dirija nesse momento difícil. A partir da denúncia, conforme prescreve seu Estatuto, tomará as devidas medidas internas em relação ao denunciado, sempre atenta às decisões judiciais.”
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