Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • SUS inicia teleatendimento gratuito para quem tem compulsão por bets
  • Homem é executado a tiros em área de invasão no interior do Acre
  • DNIT intensifica recuperação da BR-364 e anuncia entrega de obras ainda este ano
  • Rodrygo rompe ligamento do joelho e está fora da Copa do Mundo de 2026
  • Em Guayaquil, Botafogo inicia disputa por vaga na fase de grupos da Libertadores
  • Justin Timberlake tenta barrar vazamento de imagens de sua prisão: ‘Assédio público’
  • Belo e Gracyanne respondem na Justiça por processo de apropriação indébita
  • Como a guerra do Irã pode impactar os preços e a economia do Brasil
  • VÍDEO: após batida de carro, mulheres se abraçam e momento viraliza
  • Trump diz que Irã foi ‘praticamente destruído’ e anuncia novos ataques
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, março 4
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Amazônia pode entrar em regime climático hipertropical, alertam cientistas

Por Redação Juruá em Tempo.6 de janeiro de 20262 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Cientistas alertam que a Amazônia pode ingressar em um novo e perigoso regime climático, chamado de hipertropical, caracterizado por calor extremo e secas intensas, com impactos diretos no equilíbrio climático global.

Estudo publicado na revista Nature, conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, Berkeley, indica que a floresta passa por uma transformação sem precedentes, aproximando-se de condições climáticas não registradas há cerca de 40 milhões de anos. Atualmente, episódios de “seca quente” duram dias ou semanas, mas podem alcançar até 150 dias por ano nas próximas décadas, caso as emissões de gases de efeito estufa sigam elevadas.

O clima hipertropical é definido por temperaturas acima do percentil 99 dos registros históricos dos trópicos, combinadas com forte redução da umidade do solo. Nessas condições, a mortalidade das árvores pode aumentar em até 55%, comprometendo a capacidade da Amazônia de absorver dióxido de carbono e transformando a floresta em uma emissora líquida de carbono.

Segundo os cientistas, quando a umidade do solo cai abaixo de um nível crítico, as árvores deixam de captar carbono ou sofrem falhas internas que levam à morte, ameaçando a estrutura da floresta e alterando a composição das espécies.

Eventos recentes reforçam o alerta. As secas severas de 2023 e 2024, especialmente na Amazônia brasileira, indicam que esses extremos já se tornam mais frequentes. Projeções apontam que, até 2100, episódios de seca quente podem ocorrer ao longo de todo o ano, inclusive no período chuvoso.

Além da Amazônia, o estudo alerta que o clima hipertropical pode avançar sobre outras florestas tropicais da África e do Sudeste Asiático, ampliando os riscos em escala global.

Por: Terezinha Moreira.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.