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Dermatologista explica os principais riscos de não limpar bem o umbigo

Por Redação Juruá em Tempo.13 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
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Pequeno, discreto e fundo, o umbigo muitas vezes é esquecido na hora de fazer a higiene pessoal. Apesar de parecer pouco importante, a falta de limpeza traz alguns malefícios — a região pode acumular suor, resíduos de pele e sujeira. Essa combinação é perfeita para que cresçam alguns fungos e bactérias, principalmente nos dias mais quentes.

O hábito de não limpar o umbigo pode fazer com que a região desenvolva inflamação e infecção, em alguns casos, severas. Pessoas com doenças crônicas ou sistema imunológico mais frágil têm risco ainda maior de apresentar complicações.

“Deixar o umbigo úmido facilita o crescimento de fungos e bactérias. Além disso, secar mal a região pode causar tantos problemas quanto não limpar”, explica a médica dermatologista Maria das Graças Leto, da clínica AMO, em Salvador.

O que é o umbigo?

  • É uma cicatriz formada depois da queda do cordão umbilical.
  • A área mais frágil do abdômen, onde pode surgir hérnia.
  • Ponto de referência para exames e avaliação anatômica.
  • A região abriga tipos diferentes de bactérias.
  • A parte do corpo precisa de limpeza regular.

Por que o umbigo precisa ser limpo todos os dias
O umbigo é uma parte do corpo que acumula suor, óleo natural da pele e restos de sujeira do dia a dia, por isso, é importante limpar justamente para tudo isso não ficar preso dentro da cavidade e virar um ambiente propício ao crescimento de germes.

Existem alguns sinais que podem surgir pela falta de higienização do umbigo. Dentre eles, estão:

  • Vermelhidão.
  • Coceira.
  • Dor.
  • Mau cheiro.
  • Secreção amarelada ou esbranquiçada.

Se a infecção evoluir, pode atingir a pele ao redor do umbigo, sendo necessário tratamento com antibióticos.

Como fazer a limpeza correta
A limpeza do umbigo pode ser feita preferencialmente no banho, porque a água morna ajuda a soltar a sujeira, ficando mais fácil de limpar. É recomendado usar o próprio dedo, com ou sem gaze fina, e limpar de forma leve. Não é preciso forçar nem tentar alcançar a parte mais profunda.

Depois do banho, é muito importante secar bem a região. Uma toalha limpa resolve, mas quem tem o umbigo mais fundo deve prestar um pouco mais de atenção para garantir que ele fique totalmente seco.

O que evitar durante a higienização
Alguns cuidados podem evitar irritações ou infecções no umbigo. Um dos erros mais comuns é usar produtos fortes, como álcool, antissépticos ou sabonetes muito agressivos, que deixam a pele sensível e podem causar machucados.

Esfregar com força também é um problema, porque machuca a região e abre mais espaço para bactérias. Além disso, os cotonetes podem até ser usados, mas não são a melhor opção, já que eles fazem a pessoa “cutucar” demais o umbigo, aumentando o risco de feridas.

“Se aparecer secreção com mau cheiro, dor ou mais vermelhidão, principalmente em quem tem diabetes ou usa medicamentos que baixam a imunidade, é importante procurar um médico rápido para evitar que o quadro piore”, alerta o médico clínico geral Sylvio Provenzano, do Hospital Universitário dos Servidores do Estado (HUSE), no Rio de Janeiro.

Por: Karol Oliveira – Metrópoles

Por: redação.
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