Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Valdemar diz que candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto é ‘irreversível’
  • Enamed: um terço dos cursos de Medicina são mal avaliados
  • Apontada como “primeira-dama” do CV no Acre está entre os presos da Operação Casa Maior
  • “Eu não quero senador ou deputado para ficar tomando café na minha casa”, afirma Bocalom ao justificar ausência de Bittar
  • “Conte comigo”, diz Alysson Bestene em anúncio de pré-candidatura de Bocalom ao governo
  • No Acre, pagamento de janeiro é antecipado para servidores estaduais; veja a data
  • Bocalom anuncia pré-candidatura ao governo e promete “mexer no tabuleiro político” do Acre
  • Polícia prende homem por ameaça contra ex-companheira em Cruzeiro do Sul
  • Passos de Campeão incentiva prática esportiva com Taekwondo gratuito, em Cruzeiro do Sul
  • Motociclista é preso por dirigir alcoolizado na AC-405
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, janeiro 19
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Esquerda e ultradireita disputarão 2º turno em Portugal

Por Redação Juruá em Tempo.19 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O socialista António José Seguro e o ultradireitista André Ventura foram os dois candidatos mais votados nas eleições deste domingo (18/01) para a presidência de Portugal e vão se enfrentar em um segundo turno previsto para 8 de fevereiro.

Com quase 98% dos votos apurados, André Ventura, líder do partido Chega, obteve 24% dos votos. Ele ficou atrás de Seguro, do Partido Socialista (PS), que surpreendeu ao obter quase 31% dos votos. Pesquisas indicavam que Ventura sairia na frente no pleito. Em Portugal, o PS é majoritariamente considerado um partido de centro-esquerda, com Seguro se apresentando apelando aos votos da “esquerda moderada”.

Outros nove candidatos concorreram em um número recorde de participantes na eleição presidencial, mas nenhum chegou perto dos mais de 50% necessários para vencer no primeiro turno.

Nas cinco décadas desde que Portugal encerrou sua ditadura, em 1974, uma eleição presidencial havia exigido segundo turno apenas uma vez, em 1986. O resultado revela como o cenário político se tornou fragmentado com a ascensão da ultradireita e o descontentamento dos eleitores com os partidos tradicionais do país.

Em Portugal, a presidência é um cargo em grande parte cerimonial, mas exerce alguns poderes importantes, incluindo a dissolução do parlamento, a convocação de eleições legislativas antecipadas e o veto a leis. Mais de 11 milhões de cidadãos portugueses estavam aptos a votar para eleger o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, do Partido Social Democrata, que deixará o posto após dois mandatos de cinco anos.

Ultradireita cresce em Portugal

Em maio do ano passado, o partido de ultradireita Chega, fundado há sete anos, tornou-se o principal partido de oposição no parlamento português e o terceiro do país, com 22,8% dos votos. A ascensão de Ventura capturou apoio dos dois principais partidos do país que se revezaram no poder na última metade do século: o Partido Social Democrata, de centro-direita, atualmente no governo, e mesmo o Partido Socialista, de Seguro.

Um dos principais alvos de Ventura tem sido o que ele chama de “imigração excessiva”, à medida que trabalhadores estrangeiros se tornaram mais visíveis em Portugal nos últimos anos. Durante a campanha eleitoral, ele colocou outdoors pelo país com mensagens como: “Isto não é Bangladesh” e “Imigrantes não devem viver de assistência social”.

Apesar do favoritismo de Ventura no primeiro turno, pesquisas recentes mostram que o candidato perderia a disputa na segunda volta devido à sua alta taxa de rejeição, superior a 60% dos eleitores. Neste domingo, o ultradireitista instou a direita a se unir nas urnas: “Lutarei dia a dia, minuto a minuto, segundo a segundo para que não haja um presidente socialista. Nós vamos vencer,” disse ele.

Quem é António Seguro?

Já Seguro é um veterano dirigente socialista e mantém um perfil discreto nas fileiras do Partido Socialista, que liderou entre 2011 e 2014. Segundo o jornal português O Observador, depois de deixar a liderança da sigla devido a disputas internas, passou pelo Conselho de Estado, órgão consultivo da presidência, e atuou como professor universitário antes de voltar à política no pleito presidencial. Fez campanha com bandeiras republicanas e de justiça social, ganhando tração em uma eleição marcada por temas como a crise habitacional e o custo de vida no país.

Por: Deutsche Welle.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.