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Esporte

Flamengo muda estratégia na janela e passa mensagem de poder para adversários no Brasil

Por ge. 09/01/2026 07:59
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Gabriel Brazão, Vitão, Marcos Antônio, Kaio Jorge. Os quatro jogadores que entraram na mira do Flamengo têm uma coisa em comum: todos foram destaques dos seus clubes na última temporada. A estratégia rubro-negra nesta janela passa por mandar uma mensagem de poder aos adversários brasileiros: o Fla quer se fortalecer e enfraquecer os concorrentes.

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A estratégia é diferente da que foi adotada na última janela. No meio de 2025, o Flamengo buscou seus reforços todos na Europa, outro recado de força: Jorginho, do Arsenal (Inglaterra); Saúl e Samuel Lino, do Atlético de Madrid (Espanha); Emerson Royal, do Milan (Itália); e Carrascal, do Dínamo Moscou (Rússia). O clube gastou R$ 300 milhões nas contratações e teve a janela mais agressiva da sua história.

Olhar para o mercado nacional não significa que o Flamengo vai gastar menos dinheiro nesta janela. Os jogadores que o clube mapeou até o momento estão valorizados. A transação final por Vitão, comprado do Internacional, ficou perto dos 10 milhões de euros (R$ 65 milhões), incluindo perdão à dívida que o time colorado tinha de quase 5 milhões de euros pela compra de Thiago Maia.

O zagueiro é o único reforço até o momento. As outras negociações estão sendo dificultadas pelos adversários: o Santos trata o goleiro Gabriel Brazão como inegociável — a multa para times brasileiros é de R$ 370 milhões; o São Paulo acabou de fechar a compra de Marcos Antônio por 4,2 milhões de euros (R$ 26,3 milhões) e só aceitaria negociá-lo por uma proposta financeira acima disso; o Cruzeiro, por sua vez, recusou três propostas do Flamengo por Kaio Jorge, a última de 30 milhões de euros (R$ 188 milhões).

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Apesar das recusas, o Flamengo tem mostrado ao mercado nacional a disposição em investir: a proposta por Kaio Jorge é a maior já feita pelo clube por um jogador. A diretoria rubro-negra quer montar um elenco com dois times titulares, por isso busca jogadores que são titulares absolutos nas suas equipes. Junto a isso, o Fla mantém o discurso de que suportará o assédio por seus principais atletas para não ter que “escolher” competições para disputar em 2026.

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