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Polícia

Homem é preso por suspeita de atentado e tinha arsenal ilegal em casa, no Acre

Por redação O Juruá em Tempo. 27/01/2026 16:15
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Um homem identificado pelas iniciais J.V.M. foi preso preventivamente nesta terça-feira, 27, em Brasiléia, suspeito de participação em um atentado registrado no final de 2025. A prisão ocorreu após o avanço das investigações que apuram uma tentativa de homicídio qualificado, além da apreensão de armas de fogo e munições mantidas de forma ilegal.

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O investigado foi localizado inicialmente em seu local de trabalho, onde a ordem judicial foi cumprida. Durante a abordagem, segundo a polícia, J.V.M. apresentou resistência, adotando comportamento agressivo e hostil. Ainda conforme o relato, ele se recusou a entregar o aparelho celular e tentou danificá-lo, com a intenção de impedir o acesso a possíveis provas relevantes para a investigação. Diante da situação, foi necessário o uso progressivo da força e de algemas para garantir a segurança da equipe e preservar as evidências.

Após a detenção, o homem foi conduzido até a residência, onde foi cumprido mandado de busca e apreensão. No imóvel, os policiais encontraram um arsenal ilegal, composto por duas armas de fogo calibre .38, um revólver adaptado para munição calibre .22, com uma munição intacta e outra deflagrada, além de 48 munições calibre .38 intactas, que estavam escondidas dentro de uma meia.

A prisão é resultado de investigação conduzida pela Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, sobre uma tentativa de homicídio ocorrida na noite de 19 de novembro de 2025, no bairro Marcos Galvão II. Na ocasião, a vítima, Edvaldo da Silva Brito, foi alvejada pelas costas enquanto se deslocava em um veículo de aplicativo.

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Com base no cruzamento de depoimentos e em análises técnicas, os investigadores identificaram o veículo utilizado no crime como pertencente a J.V.M. As versões apresentadas por ele à polícia continham contradições e indícios de ocultação de provas, o que reforçou a representação pela prisão preventiva.

O investigado permanece à disposição do Poder Judiciário e deverá responder por tentativa de homicídio, resistência e posse ilegal de arma de fogo e munições.

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