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Morre Manoel Carlos, autor de novelas e cronista do Leblon, aos 92 anos

Por Redação Juruá em Tempo.11 de janeiro de 20262 Minutos de Leitura
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O autor de novelas Manoel Carlos, conhecido como Maneco, morreu neste sábado, 10, aos 92 anos. A morte foi informada pela Produtora Boa Palavra.

O autor estava internado no hospital Copa Star, em Copacabana, onde tratava uma Doença de Parkinson. Em nota, a produtora informou que o velório será fechado e restrito à família e amigos íntimos. A causa da morte não foi divulgada.

Manoel escreveu novelas como Por Amor, Laços de Família, Mulheres Apaixonadas e Em Família. Ele ficou consagrado por ambientar suas histórias na classe média alta do Leblon, no Rio de Janeiro, onde morava, e pelas protagonistas femininas chamadas “Helenas”.

Manoel Carlos nasceu em 1933 em São Paulo, mas foi no Rio de Janeiro que criou raízes.

Um dos pioneiros da televisão brasileira, Manoel Carlos iniciou sua carreira como ator na década de 1950, quando fez parte no Grande Teatro Tupi, na extinta TV Tupi, onde atuou com grandes nomes, entre eles, Fernanda Montenegro, Nathália Timberg, Sérgio Britto, Fernando Torres, e Flávio Rangel. Além de atuar, adaptava peças de teatro para a televisão, os chamados teleteatros.

Ele entrou na TV Globo em 1972, como diretor-geral do Fantástico. Sua primeira novela foi Maria Maria, em 1978. A partir de 1981, passou a investir nas “Helenas”, mães que fazem de tudo para proteger os filhos. A primeira foi em De Baila Comigo, em 1982, e a última foi na novela Em Família, de 2014.

Maneco viveu no Rio de Janeiro por mais de 50 anos. Foi casado com a atriz e apresentadora Cidinha Campos. Desde 1981 era casado com Elisabety Gonçalves de Almeida. Era pai da escritora e roteirista Maria Carolina e da atriz Júlia Almeida. Maneco perdeu outros três filhos: Ricardo, em 1987, vítima de complicações causadas pelo vírus da Aids; Manoel Carlos Júnior, que em 2012 sofreu um ataque cardíaco; e Pedro Almeida, que morreu de mal súbito em 2014.

Em entrevista a Jô Soares, Maneco afirmou que os homens sabiam escrever melhor sobre mulheres. “Eles têm uma visão até mais generosa do que elas mesmas”, disse. Citou como exemplo personagens femininas criadas por autores como Gustave Flaubert, Balzac e Proust. Leia mais sobre a carreira do autor aqui.

Por: Isto É.
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