Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Haddad confirma saída do Ministério da Fazenda em fevereiro
  • Após adiar encontro, Tarcísio deve visitar Bolsonaro na Papudinha hoje
  • Operação da PF mira Eduardo Velloso e Mazinho Serafim por suspeita de desvio de quase R$ 1 milhão em emendas
  • Atendente e pedreiro: Sine oferece mais de 670 vagas de emprego no Acre nesta quinta-feira (29)
  • Calor, tempo abafado e pancadas de chuva marcam a quinta-feira (29) no Acre
  • Luto e fome: viúva tenta se reerguer após operação mais letal do Rio
  • Sisu 2026: candidatos já podem conferir resultado individual
  • Prouni 2026: prazo de inscrição para 1º semestre termina nesta quinta
  • Mais de 60% da população brasileira têm excesso de peso
  • Após investida de Trump, Lula defende neutralidade do Canal do Panamá
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, janeiro 29
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Sindcarnes prevê déficit de 150 mil bovinos para abate no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.14 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Sindicato das Indústrias de Frigoríficos e Matadouros do Acre (Sindcarnes) prevê um déficit de 150 mil cabeças de gado para abate, caso o volume de saída de bovinos permaneça o mesmo registrado pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) em 2025.

O presidente do Sindcarnes, Murilo Leite, preferiu se pronunciar após o Idaf anunciar formalmente os dados da Declaração de Rebanho, o que foi feito em coletiva de imprensa ontem (13).

Para chegar ao número de 150 mil cabeças como déficit, Leite utiliza os próprios números apresentados pelo Governo do Acre. O plantel bovino acreano se manteve estável com 5.177.000 cabeças em 2025 (uma residual redução de 0,18%, comparado a 2024). Com uma taxa de desfrute de 20%, isso resulta em 1.035.000 cabeças.

O problema reside no volume de gado que sai do Acre. Esse é o problema que gera a insegurança do setor industrial. O raciocínio de Murilo Leite é o seguinte: como o plantel permaneceu praticamente o mesmo, com uma taxa de desfrute em torno de 20%, a reposição deve girar em torno de 1.040.000 animais.

O número estimado pelo Sindcarnes é praticamente o mesmo que foi apresentado pelo Idaf retratando o desempenho da pecuária acreana em 2025. Saída de gado: 378.808 animais; Abate de Gado: 664.455. Somadas as saídas e os abates: 1.043.263 animais.

Se em 2026 for mantido o número de 378 mil bovinos que foram transferidos para outros estados (crescimento de 74,65%, comparado a 2024), vai faltar carne para abater nas indústrias locais, calcula o sindicato. “Os frigoríficos estão preparados para abater oitocentos mil bovinos”, contabiliza Leite, antes de retomar o alerta sobre o papel do Governo do Acre em reagir ao problema iminente. “Se não houver por parte do Governo uma reação justa, dentro do que o mercado está operando, vão faltar cento e cinquenta mil cabeças. É o que estamos calculando hoje, mantidos os números do rebanho, taxa de desfrute e saída”.

Leite argumenta que a demanda interna gira em torno de 30%. Os outros 70% são comercializados para outros estados do país ou exportados. “Não há nenhum indicativo que aponte que a demanda de carne este ano irá ser menor. O Governo precisa atentar para essa situação. Não é justo um bezerro custar dois mil e quinhentos reais e o governo cobrar imposto como se o produto custasse mil e novecentos. Abre mão de receita e ajuda a gerar renda e emprego fora do Acre, trazendo dificuldades para a indústria daqui”.

O presidente do Sindcarnes tem confiança nos investimentos que foram feitos pelos empresários do segmento. A gente já vem alertando. Só não vai haver grande aumento no abate se o governo não cobrar o imposto devido”, afirma. “Nós vamos, novamente, gerar debate no Fórum [Empresarial de Inovação e Desenvolvimento]. Estamos ampliando as possibilidades de mercado com outros países, há muito investimento em jogo e muitos empregos. É preciso uma reação com a gravidade que o cenário exige. Não é possível ser negligente”.

Por: AC24agro.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.