O Acre registrou duas mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na primeira semana de 2026, conforme dados do painel epidemiológico do Ministério da Saúde. Um dos óbitos teve confirmação para Influenza A, subtipo H3N2, enquanto no outro caso não foi possível identificar o vírus causador da infecção.
As notificações oficiais também apontam a ocorrência de diversos casos da doença associados a diferentes agentes virais no estado. Entre os registros estão ocorrências classificadas como vírus ainda em investigação, além de situações em que não houve identificação do agente etiológico responsável.
Há ainda confirmações de infecções por Influenza A em diferentes subtipos e registros vinculados a adenovírus, Covid-19, metapneumovírus, parainfluenza, rinovírus e vírus sincicial respiratório.
Dados divulgados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Boletim InfoGripe, indicam que o Acre integra o grupo de estados com incidência de SRAG classificada em nível de risco ou alto risco, com sinal de aumento no número de casos nas últimas semanas.

