Além de casos prioritários, como idosos, pessoas com consultas médicas agendadas e crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), caminhões que transportam gado também estão tendo a passagem liberada na BR-364, que permanece fechada desde sexta-feira, 20.
A carga viva é autorizada a passar para evitar que os animais morram de fome, sede ou sejam pisoteados durante a espera.
Os demais veículos, incluindo carros de passeio e transporte de passageiros, só conseguem seguir viagem a cada quatro horas, quando a rodovia é liberada temporariamente pelos manifestantes. Cada lado da pista permanece aberto por cinco minutos.
Os ônibus e táxis lotação continuam fazendo o trajeto entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul, nos dois sentidos, mesmo com o bloqueio iniciado na sexta-feira, 20. As empresas seguem transportando passageiros cientes de que, em Feijó, haverá parada obrigatória, que pode durar poucos minutos ou até quatro horas.
“A gente explica para os passageiros. Eu já fiquei lá quatro horas com cinco passageiros, e a sorte é que a manifestação é ao lado da rodoviária, onde tem restaurante. Por isso, o pessoal está conseguindo se alimentar”, relatou o taxista Paulo Santos.
Os ônibus da empresa Transacreana também continuam operando no trecho, transportando passageiros nos dois sentidos. Alguns coletivos chegaram a aguardar quatro horas em Feijó. Os veículos que saíram de Rio Branco na noite de sábado, 21, com destino a Cruzeiro do Sul, passaram pela barreira por volta das 5h30 da manhã deste domingo, 22. Já os ônibus que partiram de Cruzeiro do Sul na noite de sábado também conseguiram atravessar o bloqueio.
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