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Chacina, fuga e penas de 62 anos: quem são os acreanos na lista dos mais procurados

A lista nacional de foragidos mais procurados divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) inclui sete nomes ligados ao Acre, entre suspeitos e condenados por crimes graves como homicídios, tráfico de drogas, roubo, organização criminosa e fugas do sistema prisional.

 

Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)/Divulgação

Entre os destaques está Ronivaldo da Silva Gomes, conhecido como “Roni”, apontado como envolvido na “Chacina do Taquari”, episódio registrado em novembro de 2023 que terminou com seis mortos durante um confronto entre facções criminosas. No mesmo caso, foram assassinados Adegilson Ferreira da Silva e Valdei das Graças Batista, integrantes do Bonde dos 13, além de Luan Santos de Oliveira, Tailãn Dias da Silva, Sebastião Ytalo Nascimento e Tiago Rodrigues da Silva, ligados ao Comando Vermelho. Ronivaldo também acumula condenações por roubo, que somam mais de 30 anos de prisão.

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Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)/Divulgação

Outro nome listado é Benedito Tavares de Souza, o “Cabelo”, suspeito de participação no assassinato de Levi Freitas de Andrade, primo de Minoru Kinpara, ocorrido em 2020. Segundo as informações, ele estava sendo monitorado por tornozeleira eletrônica quando fugiu e passou a ser considerado foragido.

 

Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)/Divulgação

Também aparece na relação Adayldo Freitas Ferreira, conhecido como “Titina”, que ganhou notoriedade após fugir do Hospital Santa Casa, em Rio Branco, ao abrir um buraco no forro do banheiro. Ele estava internado havia quatro meses. O foragido chegou a ser recapturado anos depois, mas voltou a ter pendências judiciais: no sistema consta a existência de três mandados de prisão em aberto, sendo o mais recente expedido em João Pessoa (PB), em dezembro de 2022.

 

Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)/Divulgação

A lista ainda inclui Edivaldo de Oliveira Plácido, o “Chiquinho das Pedras”, investigado por tráfico de drogas e com processo suspenso na Justiça do Acre. Ele possui registros por roubo e posse ilegal de arma, além de já ter aproximadamente 15 anos de pena a cumprir, somando condenações anteriores.

 

Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)/Divulgação

Outro foragido citado é Gilson Borges de Souza, o “Véi do Livro”, com mandado de prisão expedido em 27 de fevereiro de 2023. Ele tem condenações por roubo, posse ilegal de arma de fogo e organização criminosa. Somadas, as penas chegam a 62 anos de prisão.

 

Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)/Divulgação

Por fim, a lista nacional aponta Mirley Nascimento de Paula, conhecido como “Barrabás”, foragido desde 2019 após uma fuga que envolveu 12 detentos do Presídio Manoel Néri da Silva, em Cruzeiro do Sul.

 

Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)/Divulgação

Além desses nomes, o levantamento menciona ainda Francisco Geilson de Oliveira Costa, o “Lorim”, e Antônio Meneses de Castro, também chamado de “Titina”, mas sem informações públicas detalhadas sobre os motivos que levaram ambos a integrarem a relação de procurados.

 

A divulgação, segundo o Ministério da Justiça, tem como objetivo ampliar o alcance das buscas e estimular denúncias que possam ajudar na localização dos foragidos.

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