Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Influenciadora acreana supera linfoma de Hodgkin e relata luta contra o câncer: “Escolhi ser exemplo”
  • Acre aparece em 2º lugar no ranking nacional de violência política, aponta estudo
  • Polícia confirma que morte em piscina de academia foi por cloro adulterado
  • PRF cumpre mandado de prisão em Cruzeiro do Sul
  • Reality A Colônia terá moradora de Mâncio Lima como participante
  • Ministério da Pesca cancela mais de 76 mil licenças de pescadores
  • Cruzeiro do Sul divulga programação e novidades do Carnaval 2026
  • Acreano representa o Brasil nos Jogos de Inverno 2026
  • Cheias do Rio Acre já somam R$ 18 milhões em prejuízos na zona rural de Rio Branco
  • Crescimento extremo dos seios revela doença rara em mulher de 30 anos
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Últimas Notícias

Crescimento extremo dos seios revela doença rara em mulher de 30 anos

Por Redação Juruá em Tempo.9 de fevereiro de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Aos 30 anos, a inglesa Tianna Moon decidiu emagrecer por orientação médica para melhorar a saúde física e tentar reduzir o tamanho exagerado dos seios. Em 2024, ela começou a usar canetas emagrecedoras como parte do tratamento de perda de peso.

O tratamento funcionou: Tianna perdeu cerca de 19 quilos. No entanto, enquanto braços, pernas e cintura diminuíam, os seios continuavam crescendo — e de forma acelerada. A mudança começou a causar dor, desconforto e estranhamento.

“Todo o meu corpo estava emagrecendo, menos meus seios”, relatou a inglesa nas redes sociais. Foi a partir dessa diferença evidente que ela percebeu que não se tratava de uma reação comum do corpo.

Diagnóstico de uma condição rara

Após procurar atendimento médico, Tianna recebeu o diagnóstico de gigantomastia. Inicialmente, houve a suspeita de macromastia — quando os seios são grandes, mas estáveis. No entanto, o crescimento contínuo confirmou o quadro mais grave.

Atualmente, os seios dela pesam cerca de 18 quilos, o equivalente a aproximadamente 20% do peso total do corpo. O volume excessivo explica os sintomas físicos que passaram a fazer parte da rotina da paciente.

O que é gigantomastia?

A gigantomastia é uma condição extremamente rara, caracterizada pelo crescimento exagerado e progressivo das mamas. Diferentemente de seios naturalmente grandes, o aumento das mamas ocorre de forma contínua e pode causar impactos físicos importantes.

Especialistas explicam que a doença pode estar relacionada a alterações hormonais, fatores genéticos e, em alguns casos, doenças autoimunes. Não há uma causa única comprovada.

Dor e limitações físicas

Tianna conta que o peso das mamas provoca dores constantes, além de formigamento e dormência nos braços. As alças do sutiã causam marcas profundas e feridas nos ombros, e tarefas simples do dia a dia se tornaram difíceis.

Deitar de barriga para cima, por exemplo, causa sensação de falta de ar devido à pressão no tórax. Comprar roupas e sutiãs adequados também virou um desafio, já que muitos modelos não comportam o tamanho necessário.

Em novembro de 2025, Tianna passou por uma cirurgia bariátrica do tipo sleeve gástrico, com o objetivo de reduzir o peso corporal e aliviar a sobrecarga nas costas.

O procedimento, porém, não trata diretamente a gigantomastia, já que o crescimento das mamas não está ligado apenas à gordura corporal. Mesmo assim, a perda de peso ajuda a reduzir o impacto geral da condição no corpo.

Ela também avalia a possibilidade de uma cirurgia de redução das mamas, mas foi alertada por médicos de que, em casos de gigantomastia ativa, não há garantia de que o tecido não volte a crescer.

Julgamento social e exposição pública

Além dos desafios físicos, Tianna passou a enfrentar críticas e julgamentos nas redes sociais. Algumas pessoas questionaram o fato de ela não ter feito imediatamente a cirurgia redutora, sugerindo que estaria buscando atenção.

Por ser uma condição rara, a gigantomastia muitas vezes demora a ser reconhecida. Casos como o da inglesa ajudam a dar visibilidade ao problema e a alertar pacientes e profissionais de saúde para sinais que vão além de mudanças corporais comuns. O diagnóstico precoce pode evitar agravamento das consequências da gigantomastia e orientar melhor as opções de tratamento.

Por: Metrópoles.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.