O Acre registrou duas mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na primeira semana de 2026, segundo dados do painel epidemiológico do Ministério da Saúde. O levantamento foi checado pelo ContilNet pela quinta-feira (5).
Um dos óbitos não teve o vírus causador especificado. Já a segunda morte foi confirmada por Influenza A, do tipo H3N2. Ainda segundo o Ministério da Saúde, o Acre registrou 19 casos de SRAG por vírus ainda em investigação, 71 por vírus não identificado, 7 por Inlfuenza H1N1, 1 por Influenza H3N2, 9 por Influenza A não subtipada, 8 por adenovírus, 11 por Covid, 5 por metapneumovírus, Parainfluenza 1, Rinovírus 10 e Vírus sincicial respiratório, 16.
Na última semana, a edição do Boletim InfoGripe, divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), chegou a indicar que o Acre está entre os estados com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas semanas. O cenário contrasta com o panorama nacional, que aponta manutenção da queda dos casos de SRAG na maioria dos estados brasileiros.
A análise se referiu à Semana Epidemiológica 3, que compreende o período de 18 a 24 de janeiro. Segundo a Fiocruz, o aumento acelerado de SRAG no Acre segue sendo impulsionado principalmente pela circulação da influenza A, além do vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta sobretudo crianças pequenas.

