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Acre

Farmácia Popular cresce 1.209% no Acre na gestão Lula em comparação ao Bolsonaro

Por redação. 20/02/2026 08:27
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O número de acreanos beneficiados pelo Programa Farmácia Popular registrou forte crescimento desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, revertendo um período de baixo alcance nos anos anteriores. Dados do Ministério da Saúde, atualizados até dezembro de 2025 e consultados nesta quinta-feira (19), mostram uma expansão expressiva no acesso da população do estado aos medicamentos oferecidos pelo programa.

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Em 2022, último ano do governo de Jair Bolsonaro, apenas 1,1 mil pessoas foram beneficiadas no Acre. Em 2023, primeiro ano do atual mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, o número subiu para 1,3 mil. O salto mais significativo ocorreu a partir de 2024, quando o total de beneficiados alcançou 11,2 mil pessoas. Já em dezembro de 2025, o programa chegou a 14,4 mil acreanos atendidos.

Em termos percentuais, o crescimento é ainda mais expressivo. Considerando o último ano antes do atual mandato, o Farmácia Popular saiu de 1,1 mil beneficiados em 2022 para 14,4 mil em 2025, um aumento de aproximadamente 1.209% no Acre. Na prática, o número de atendidos ficou mais de 12 vezes maior no período.

Além do aumento no número de beneficiários, o estado conta atualmente com 19 farmácias conveniadas distribuídas em 10 municípios, ampliando a capilaridade do atendimento.

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Criado em 2004, o Programa Farmácia Popular do Brasil tem como objetivo ampliar o acesso da população a medicamentos essenciais, especialmente para doenças crônicas como hipertensão, diabetes e asma. O programa funciona por meio de farmácias privadas credenciadas, identificadas pela marca “Aqui Tem Farmácia Popular”. Para retirar os medicamentos, o paciente deve apresentar documento com foto, CPF e receita médica válida.

Durante o governo Bolsonaro, o programa enfrentou restrições orçamentárias e não houve ampliação significativa da rede credenciada, o que impactou estados com menor oferta de estabelecimentos privados, como os da região norte. Parte dos medicamentos era ofertada gratuitamente, enquanto outros exigiam copagamento, modelo em que o governo subsidiava apenas uma parcela do valor.

Em fevereiro de 2025, todos os medicamentos e insumos ofertados pelo programa passaram a ser totalmente gratuitos, medida que eliminou a cobrança de coparticipação e ampliou o acesso, especialmente para a população de baixa renda.

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