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COTIDIANO

Funcionário de hospital no AM deixa pornografia infantil em computador; filha é vitima

Por redação. 27/02/2026 06:35
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Um homem, 34, que não teve o nome divulgado, foi preso investigado pelo crime de armazenamento de material pornográfico envolvendo criança e adolescente. Entre as vítimas identificadas nas imagens está a filha do autor. O indivíduo foi flagrado em um hospital privado em que trabalha com o vasto material.

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As investigações iniciaram após denúncia de um estabelecimento hospitalar da rede privada, onde o suspeito trabalhava na área administrativa. Conforme a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), após uma troca de turno, os colegas de trabalho do suspeito encontraram o computador ainda com a conta do Google do suspeito.

Ao abrirem o navegador, os colegas se depararam com a galeria com conteúdos em vídeos e fotos sexuais de crianças e adolescentes.

“Ele trabalhava atendendo as pessoas no hospital, só que quando as pessoas chegaram no dia seguinte na troca do plantão que abriram, ele deixou a conta do Google aberta e nisso quando eles abriram, eles não entraram no e-mail, não teve nada disso, quando abriram, só o computador já estava todo aquele material que deixou eles muito chocados”, disse a delegada titular da Depca, Mayara Magna.

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Os colegas de trabalho do suspeito informaram o caso à direção do hospital e a polícia foi acionada. Entre o conteúdo pornográfico, havia fotos da própria filha do homem, uma adolescente de 13 anos.

O suspeito foi preso no conjunto Viver Melhor, bairro Cidade de Deus, na zona norte. No depoimento, o homem disse que participava de grupos de mensagens que recebiam o conteúdo.

Sobre as fotos da filha, o suspeito disse que encontrou o material pornográfico da adolescente e transferiu para a sua conta na intenção de contar para a mãe da menina. A polícia não acreditou nesta versão e as investigações continuam para saber se a adolescente também foi vítima de estupro.

Dois aparelhos celulares foram apreendidos, incluindo o da mãe do suspeito, que ele admitiu utilizar para acessar os arquivos.

As investigações prosseguem sob sigilo para resguardar a imagem da adolescente, que não residia com o pai. O homem permanece à disposição da Justiça.

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