O governador Gladson Camelí participou, nesta terça-feira (3), da abertura dos trabalhos de 2026 na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O chefe do Executivo esteve acompanhado da vice-governadora Mailza Assis.
Na ocasião, Gladson fez um retrospecto de sua gestão e expressou sua satisfação em passar o comando do estado para Mailza a partir de abril.
“Primeiro, é uma grande satisfação participar da abertura dos trabalhos do Poder Legislativo. Foram sete anos de muitas conquistas e realizações. Iniciamos obras que ainda vamos entregar ao longo do meu mandato como governador. Fomos o governo que mais contratou servidores públicos na história do Acre. Por isso, para mim, é uma alegria e um grande otimismo saber que, ao renunciar ao governo, Mailza dará continuidade a todos os nossos projetos”, disse o governador.
Gladson também defendeu a boa relação entre as instituições.
“Minha presença aqui representa o respeito que tenho pelo Poder Legislativo. Todos os poderes devem estar unidos para que possamos diminuir as diferenças e aproximar o Estado de Direito. Aquilo que consegui fazer, eu fiz. O que não deu para terminar foi porque o tempo não nos permitiu. Saio consciente de que a missão que assumi em 2019 foi executada”, pontuou.
Eleições e MDB
O governador foi questionado sobre a aliança do grupo governista com o MDB em torno da pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao Palácio Rio Branco em 2026. Também foi indagado sobre a situação do senador Márcio Bittar caso, a partir dessa aliança, Jéssica Sales dispute a segunda vaga ao Senado.
“Primeiramente, eu não mudei em nada. Até que ele prove o contrário. Está nas mãos dele [Bittar]. A nós… Eu faço questão do MDB ao nosso lado, tá certo? Mas também não nego que gostaria muito que o PL viesse para o nosso lado. E isso depende mais do Márcio do que de mim”, salientou.
Gladson afirmou que será possível um acordo com Bocalom, que também se lançou pré-candidato ao Governo, no segundo turno.
“No segundo turno, se houver”, concluiu.

