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‘Núcleo político do CV’ no Amazonas: Falsa advogada é presa por corromper servidores e vazar processos sigilosos

Por Redação Juruá em Tempo.20 de fevereiro de 20264 Minutos de Leitura
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Uma mulher identificada como Lucila Meireles Costa, de 42 anos, foi presa na manhã desta sexta-feira, em Teresina (PI), por atuar como falsa advogada em busca de obter informações judiciais sigilosas para o Comando Vermelho. Ela foi detida no âmbito da operação Erga Omnes, deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas para desarticular um esquema de tráfico de drogas ligado à facção. Entre os alvos, estão pessoas que compõem um “núcleo político” do grupo criminoso, com suspeitos que possuem acesso aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Segundo as investigações, os alvos da operação utilizaram empresas de fachada para adquirir drogas da Colômbia e levá-las a Manaus, com movimentações financeiras que chegam a R$ 70 milhões desde 2018. Deflagrada no Amazonas, a operação cumpre 23 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão em Manaus e nas cidades de Belém (PA), Ananindeua (PA), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Teresina (PI) e Estreito (MA).

De acordo com a Polícia Civil do Piauí (PC-PI), Lucila corrompia servidores do Tribunal de Justiça amazonense para obter informações de processos sigilosos. Durante a ação, os policiais apreenderam aparelhos eletrônicos, anotações e um token de uma advogada inscrita na OAB-AM, que seria utilizado de forma ilegal pela suspeita.

“A presa já foi interrogada e encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça do Amazonas”, informou a PC-PI.

Quem são os alvos

Até o momento, 14 pessoas foram detidas, sendo oito no Amazonas. Entre os nomes que já foram presos está Anabela Cardoso Freitas, integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e ex-chefe de gabinete do prefeito David Almeida (União), que não é alvo e nem investigado. Além dela, conforme informações do g1, estão servidores do Tribunal de Justiça do Amazonas e ex-assessores parlamentares.

Confira a lista dos oito presos no AM:

  • Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas;
  • Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas;
  • Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil e integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus. Foi chefe de gabinete do prefeito da capital até 2023;
  • Alcir Queiroga Teixeira Júnior – citado na investigação como ligado a movimentações financeiras suspeitas;
  • Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar;
  • Osimar Vieira Nascimento – policial militar;
  • Bruno Renato Gatinho Araújo – investigado por participação no esquema.
  • Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara (AM).

Em relação à capilaridade política dos envolvidos, as investigações mostraram “indícios de tentativas de obtenção indevida de informações sigilosas relacionadas a procedimentos criminais, com o objetivo de antecipar ações policiais e judiciais”.

Relatórios de inteligência financeira também apontaram “incompatibilidade entre o volume financeiro movimentado e a capacidade econômica” declarada pelos envolvidos e pelas empresas vinculadas. Desde 2018, o grupo teria movimentado cerca de R$ 70 milhões devido ao esquema ilegal.

A operação

Denominada Erga Omnes, a ação investiga práticas que envolvem tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e violação de sigilo funcional. A ação cumpre 23 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão em Manaus e nas cidades de Belém (PA), Ananindeua (PA), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Teresina (PI) e Estreito (MA). O mapeamento da ligação com membros em outros estados foi feito a partir da extração de dados telemáticos de celulares.

“As diligências apontaram que o grupo atuava de forma organizada, com divisão de tarefas e estruturação em núcleos operacional, financeiro e de apoio logístico”, informou a Polícia Civil.

Além dos mandados de prisão e busca e apreensão, a polícia solicitou à Justiça a quebra de sigilo bancário e fiscal, o bloqueio e o sequestro de bens e valores dos suspeitos.

Por: O Globo.
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