Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Calcinha Preta deve ser atração de festa no Dia do Trabalhador em Cruzeiro do Sul
  • PRF recupera veículos com sinais adulterados na BR-364 e flagra carro roubado
  • TRE abre seleção para juízes eleitorais em Sena, Cruzeiro do Sul, Feijó e Quinari
  • Homem se passa por agente da Vigilância Sanitária para aplicar golpes, alerta prefeitura de Cruzeiro do Sul
  • Mailza anuncia concurso da Polícia Civil com mais de 130 vagas no Acre
  • Concurso da Assembleia Legislativa de Roraima abre 226 vagas com salários de até R$ 39,5 mil
  • Trabalhadores do Acre podem solicitar “Saque Calamidade” do FGTS; saiba como
  • Ifac reabre inscrições para professores com bolsa de R$ 50 por hora; veja prazos
  • Homem é atacado por boi e fica gravemente ferido em Cruzeiro do Sul
  • Pai ensina criança a ler em publicidade de ônibus e emociona
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, abril 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Primo expõe tentativa de abuso aos 14 anos por desembargador que inocentou réu por estupro

Por Redação Juruá em Tempo.25 de fevereiro de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O desembargador Magid Nauéf Láuar, responsável pelo voto inocentando o réu por estupro de vulnerável que prevaleceu entre os colegas do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, é investigado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após ser alvo de acusações de abuso. Nesta terça-feira, duas vítimas foram ouvidas por representantes do órgão no interior do estado. Um dos relatos é do servidor público Saulo Láuar, de 42 anos, primo em segundo grau do magistrado.

Ele afirma que o magistrado tentou abusar sexualmente dele na adolescência, quando tinha 14 anos e trabalhava com o parente. Ao GLOBO, ele relatou que decidiu falar pela primeira vez publicamente sobre o ocorrido depois da repercussão da decisão capitaneada por Magid Láuar.

— Estava levando a minha vida com esse trauma da maneira que dava. Mas me vi na obrigação de não deixar isso passar e resolvi denunciar — conta Saulo em sua primeira entrevista sobre o caso. — Nunca tinha falado sobre o que passei. Minha mãe só soube depois de anos, e mais ninguém. Era um segredo meu.

Nas redes sociais, em postagem de grande repercussão, Saulo narrou que o abuso só não se consumou porque ele conseguiu fugir:

— O que ele fez comigo causou muita tristeza. Uma tristeza latente. Ela fica ali. Se mistura com outras dores, alimenta outras dores. E também uma vontade de estar sempre fugindo, necessidade de me esconder o tempo todo.

Na mesma publicação, uma mulher comentou afirmando ter sido “vítima dessa mesma pessoa”. Ela também foi ouvida pela Corregedoria do CNJ ontem. Já o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) informou que recebeu “uma representação noticiando os fatos em questão” e também instaurou procedimento administrativo para apuração de eventual falta funcional.

“Na época, eu e minha irmã trabalhávamos para a família dele, eu trabalhava para a irmã, e a minha irmã para a mãe. Eu era nova, confiava naquele lugar e guardei tudo em silêncio por muito tempo. A gente tenta seguir a vida, fingir que esqueceu, mas não esquece. Fica guardado na memória, no corpo e na alma. Seu desabafo trouxe à tona lembranças difíceis, mas também me fez perceber que o silêncio só protege quem errou. Hoje me recuso a continuar calada”, escreveu a mulher na postagem de Saulo.

De acordo com o servidor público, a publicação foi um “desabafo” sobre o que viveu, uma vez que comoção pelo caso da menina de 12 anos fez ressurgir “todo o episódio”. Ele era office boy do primo e, àquela altura, o admirava.

— O meu relato ganhou uma proporção que é resultado de um desconforto social causado pela absolvição no caso que ele julgou — resume.

O GLOBO procurou Magid Láuar sobre as denúncias e a investigação do CNJ por intermédio do TJMG. O tribunal informou que entrou em contato com o magistrado: “Aguardamos o retorno dele sobre a disponibilidade ou interesse em se pronunciar”. Não houve novas respostas.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.